Mercado abrirá em 7 h 30 min
  • BOVESPA

    122.964,01
    +1.054,98 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.655,29
    -211,86 (-0,42%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,36
    +0,08 (+0,12%)
     
  • OURO

    1.831,30
    -4,80 (-0,26%)
     
  • BTC-USD

    57.443,35
    +2.388,96 (+4,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.557,20
    +1.314,52 (+541,67%)
     
  • S&P500

    4.152,10
    -36,33 (-0,87%)
     
  • DOW JONES

    34.269,16
    -473,66 (-1,36%)
     
  • FTSE

    6.947,99
    -175,69 (-2,47%)
     
  • HANG SENG

    28.044,55
    +30,74 (+0,11%)
     
  • NIKKEI

    28.179,92
    -428,67 (-1,50%)
     
  • NASDAQ

    13.252,00
    -94,00 (-0,70%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3330
    -0,0124 (-0,20%)
     

Trabalho doméstico remunerado caiu 23% no Brasil e está mais precarizado

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Trabalho doméstico ficou mais precarizado no Brasil. (Foto: Getty Images)
Trabalho doméstico ficou mais precarizado no Brasil. (Foto: Getty Images)
  • Dados do Dieese apontam queda de 23% na quantidade de pessoas empregadas no setor de trabalhos domésticos.

  • Dados, baseados em pesquisa do IBGE, se referem ao quarto trimestre do ano passado.

  • Pesquisa aponta também para situação trabalhista mais precarizada.

Uma nova pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revela uma diminuição na quantidade da oferta de emprego para trabalhadores domésticos no quarto trimestre do ano passado.

Leia também:

A comparação é feita com o mesmo período do ano anterior, e é baseada em informações obtidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As informações são de reportagem da Agência Brasil.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Segundo a pesquisa, o número de pessoas com trabalhos domésticos passou de 6,4 milhões no quarto trimestre de 2019 para 4,9 milhões no mesmo período do ano passado.

O tombo representa um percentual de 23,4% e está acima do encolhimento no número geral de perdas de emprego no país, no quarto trimestre do ano passado, que foi de 8,7% – de 94,5 milhões de pessoas ocupadas, em 2019, para 86,2 milhões, em 2020, segundo o Dieese.

A pesquisa mostra também sintomas da precarização dessa categoria de profissionais: o número de trabalhadores no setor sem carteira de trabalho aumentou de 73% no trimestre final de 2019 para 75% em 2020.

Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube