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Trabalhadores do porto de Santos adiam decisão sobre greve por vacinação

·1 minuto de leitura
Porto de Santos (SP)

SÃO PAULO (Reuters) - Trabalhadores do porto de Santos, o maior da América Latina, decidiram aguardar até o final deste mês para decidir sobre a realização de uma greve devido à falta de um calendário de vacinação para a categoria, disse nesta terça-feira o líder de um sindicato local, após reunião para discussão do assunto.

"Caso não sejamos vacinados dia 1º de junho, outra reunião será feita para deliberarmos outra mobilização nacional mais robusta", afirmou à Reuters o presidente do Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão (Sindestiva), Bruno José dos Santos.

Mais cedo, a agência marítima SA Commodities/Unimar Shipping havia alertado a clientes, em nota vista pela Reuters, para a possibilidade de paralisação dos trabalhadores, o que poderia afetar diretamente a atracação e desatracação de navios, além de operações de carga.

Havia a expectativa de que a decisão dos trabalhadores sobre uma possível greve ocorresse ainda nesta terça. O presidente do Sindestiva também havia confirmado a realização de uma reunião para definições do movimento.

O governo classifica os trabalhadores portuários como um grupo prioritário para a imunização, mas o prazo para que eles recebam as vacinas ainda não foi determinado.

Muitos dos terminais marítimos não seriam afetados pela greve, pois possuem operações privadas, afirmou a SA Commodities/Unimar Shipping em sua nota.

(Por Ana Mano)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7519))