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Trabalhadores fogem de fábrica da Apple na China em meio a lockdown no pais

Trabalhadores fogem de fábrica da Apple na China em meio a lockdown.(Foto: AP Photo/Mary Altaffer, File)
Trabalhadores fogem de fábrica da Apple na China em meio a lockdown.(Foto: AP Photo/Mary Altaffer, File)
  • Trabalhadores escalaram cercas depois de terem sidos trancados dentro da empresa;

  • Um vídeo mostra empregados da Foxconn fugindo do complexo industrial no domingo;

  • A empresa não forneceu os dados oficiais de quantos de seus trabalhadores estão infectados.

Trabalhadores da maior fábrica de iPhones da China escalaram cercas depois de supostamente terem sidos trancados dentro da empresa em meio às medidas para conter a propagação da COVID-19. Um vídeo compartilhado no Twitter mostra os empregados da Foxconn na cidade central de Zhengzhou fugindo do complexo industrial no domingo.

“Havia tantas pessoas na estrada, como se estivéssemos fugindo de uma fome”, disse um funcionário da Foxconn de 30 anos. Ele relatou que escalou cercas para deixar a fábrica e retornar à sua cidade natal, Hebi, na China. .

A Foxconn não forneceu os dados oficiais de quantos de seus trabalhadores estão infectados, mas garantiu que em nenhum momento proibiu a saída deles.

Desde o início do bloqueio, as condições dentro da fábrica pioraram, de acordo com os trabalhadores. O lixo começou a se acumular nos corredores e, na semana passada, a Foxconn proibiu todos os serviços de bufê. Os trabalhadores tinham que comer em seus dormitórios, alguns lotados com até 11 pessoas.

Durante todo o tempo, esperava-se que os funcionários continuassem trabalhando dias inteiros, até aumentando a produção com o lançamento do novo iPhone 14 da Apple.

A Foxconn é a maior fabricante de iPhones da Apple, produzindo 70% das remessas de iPhones globalmente, o que por sua vez representa 45% da receita da empresa taiwanesa, disseram analistas da Fubon Research.

A empresa disse no domingo que não impedirá que os trabalhadores saiam, se assim o desejarem, e que “retomará as refeições para melhorar a conveniência e a satisfação da vida dos funcionários”, com a cooperação do governo chinês.

O bloqueio faz parte da política de zero COVID da China que impacta a produtividade econômica do país desde 2020.