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Trabalhadores da Amazon entram greve na Black Friday

Funcionários da Amazon decidiram fazer protestos durante a Black Friday (Getty IMage)
Funcionários da Amazon decidiram fazer protestos durante a Black Friday (Getty Image)
  • Iniciativa convocou trabalhadores da Amazon para realizar greve;

  • Movimentação acontece durante a Black Friday;

  • Funcionários dizem que os colaboradores estão sobrecarregados.

Enquanto as empresas ao redor do mundo estão ocupadas com a Black Friday, a Amazon enfrenta uma crise interna que pode atrapalhar as operações em uma data crucial para o comércio.

Black Friday 2022: As melhores ofertas escolhidas especialmente para você

A iniciativa "Make Amazon Pay" ("fazer a Amazon pagar", em português) convocou trabalhadores da companhia ao redor do mundo para se juntarem a uma greve na Black Friday, de acordo com a Reuters.

Nesta sexta-feira (25), trabalhadores e sindicatos ligados à corporação greves e protestos em mais de 30 países. A organização reivindica, entre outras questões, melhores salários e a definição de novo acordo coletivo sobre condições de trabalho.

“Estamos aqui hoje para dizer à Amazon que se você quiser manter seu império funcionando, fale com a GMB para melhorar o pagamento e as condições dos trabalhadores”, disse a líder sênior do sindicato britânico GMB, Amanda Gearing, disse ao Guardian.

A sindicalista ainda falou que os colaboradores “estão sobrecarregados, [são] mal pagos e estão fartos”. Atualmente, a big tech emprega cerca de 75.000 trabalhadores apenas nos Estados Unidos.

Os funcionários foram incitados a cruzar os braços em locais de forte impacto para os negócios da empresa, como os Estados Unidos, a Alemanha e a França. Contudo, porta-vozes da companhia nesses locais dizem que a atividades nas instalações da Amazon não foram afetadas pelo movimento.

Até o começo da tarde desta sexta-feira, não existem informações de que o movimento teria afetado a operação brasileira da gigante de varejo. Na França, uma fonte oficial da companhia afirma mesmo que até agora não houve sinais de interrupção das operações.