Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    60.468,00
    +1.869,74 (+3,19%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Trabalhadora humanitária é libertada pelo Irã, mas precisará voltar aos tribunais

·1 minuto de leitura

DUBAI (Reuters) - O Irã libertou a trabalhadora humanitária britânica-iraniana Nazanin Zaghari-Ratcliffe de prisão domiciliar ao fim de sua sentença de cinco anos de prisão, mas ela foi convocada ao tribunal novamente para responder a outra acusação, afirmou seu advogado neste domingo.

Zaghari-Ratcliffe, diretora de projetos da Fundação Thomson Reuters, foi presa no aeroporto de Teerã em abril de 2016 e posteriormente condenada por planejar a queda do poder clerical.

Zaghari-Ratcliffe, que passou a maior parte da sua sentença na prisão de Evin, em Teerã, foi solta no último mês de março durante a pandemia de coronavírus e mantida sob prisão domiciliar, mas seus movimentos estavam restritos e ela não podia deixar o país.

No domingo, as autoridades removeram a sua tornozeleira eletrônica.

“Ela foi perdoada pelo líder supremo do Irã ano passado, mas passou o último ano da sua sentença sob prisão domiciliar com algemas eletrônicas presas aos seus pés. Agora, elas foram retiradas”, disse o seu advogado Hojjat Kermani a um site iraniano. “Ela foi libertada”.

O Judiciário do Irã não estava imediatamente disponível para comentar a sua soltura. Sua família e a fundação, uma caridade que opera de maneira independente da empresa de mídia Thomson Reuters e sua subsidiária Reuters, negam a acusação.

(Reportagem de Parisa Hafezi em Dubai e Elizabeth Piper em Londres)