Mercado abrirá em 7 h 13 min
  • BOVESPA

    111.878,53
    +478,62 (+0,43%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    43.674,83
    +779,20 (+1,82%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,19
    -0,09 (-0,20%)
     
  • OURO

    1.838,50
    +8,30 (+0,45%)
     
  • BTC-USD

    19.062,50
    -18,85 (-0,10%)
     
  • CMC Crypto 200

    374,02
    +9,11 (+2,50%)
     
  • S&P500

    3.669,01
    +6,56 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    29.883,79
    +59,87 (+0,20%)
     
  • FTSE

    6.463,39
    +78,66 (+1,23%)
     
  • HANG SENG

    26.682,16
    +149,58 (+0,56%)
     
  • NIKKEI

    26.784,85
    -16,13 (-0,06%)
     
  • NASDAQ

    12.467,00
    +12,75 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3614
    +0,0416 (+0,66%)
     

Trabalhador da cidade de Londres ignora apelo para ficar em casa

Neil Callanan
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A cidade de Londres está ficando mais movimentada à medida que um número crescente de trabalhadores ignora o conselho do governo do Reino Unido de ficar em casa.

Embora o distrito financeiro tenha se esvaziado em março, quando o governo disse às pessoas para que trabalhassem em casa se pudessem, o inverso tem acontecido desde que o primeiro-ministro Boris Johnson emitiu o conselho novamente no mês passado, de acordo com dados compilados pelo Google. Isso aumenta a evidência da diminuição da fé do público no manejo da pandemia pelo governo, à medida que os casos aumentam.

A situação em Westminster, centro da indústria de fundos de hedge na Europa, é semelhante ao da cidade, com o número de funcionários crescendo durante a semana desde que o governo mudou seu conselho. Os dados são maiores no distrito já que há movimento de varejo e lazer nos fins de semana na Oxford Street, a rua comercial mais movimentada do país, e em Mayfair e Soho.

O Reino Unido pode ser forçado a um lockdown nacional porque as regras introduzidas desde setembro não estão conseguindo retardar a propagação da doença, segundo estudo. O número de mortos pode chegar a 85.000 “no pior cenário razoável”, reportou o jornal Telegraph citando documentos do comitê científico de emergência do governo, que pressiona por medidas mais duras. O atual número de mortes se aproxima de 46.000.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2020 Bloomberg L.P.