Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    32.678,08
    +449,84 (+1,40%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Trabalhador da cidade de Londres ignora apelo para ficar em casa

·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A cidade de Londres está ficando mais movimentada à medida que um número crescente de trabalhadores ignora o conselho do governo do Reino Unido de ficar em casa.

Embora o distrito financeiro tenha se esvaziado em março, quando o governo disse às pessoas para que trabalhassem em casa se pudessem, o inverso tem acontecido desde que o primeiro-ministro Boris Johnson emitiu o conselho novamente no mês passado, de acordo com dados compilados pelo Google. Isso aumenta a evidência da diminuição da fé do público no manejo da pandemia pelo governo, à medida que os casos aumentam.

A situação em Westminster, centro da indústria de fundos de hedge na Europa, é semelhante ao da cidade, com o número de funcionários crescendo durante a semana desde que o governo mudou seu conselho. Os dados são maiores no distrito já que há movimento de varejo e lazer nos fins de semana na Oxford Street, a rua comercial mais movimentada do país, e em Mayfair e Soho.

O Reino Unido pode ser forçado a um lockdown nacional porque as regras introduzidas desde setembro não estão conseguindo retardar a propagação da doença, segundo estudo. O número de mortos pode chegar a 85.000 “no pior cenário razoável”, reportou o jornal Telegraph citando documentos do comitê científico de emergência do governo, que pressiona por medidas mais duras. O atual número de mortes se aproxima de 46.000.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2020 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos