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Correção: Três maiores usuários de carvão devem aumentar consumo

Will Wade
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Os três maiores consumidores de carvão do mundo planejam aumentar tanto o uso do combustível fóssil mais poluente que quase ofuscarão a queda das emissões provocada pela pandemia.

As usinas dos EUA vão consumir 16% a mais de carvão neste ano do que em 2020, e mais 3% em 2022, disse a Administração de Informações sobre Energia na semana passada. China e Índia, que juntas respondem por quase 65% da demanda, não têm planos de cortes no curto prazo.

Isso se traduzirá em emissões mais altas, um revés para a ação climática antes das negociações internacionais deste ano destinadas a elevar o nível de ambição dos compromissos sob o Acordo de Paris para reduzir os gases de efeito estufa. Nos Estados Unidos, o aumento pode minar a iniciativa de Joe Biden para restabelecer o país como líder ambiental e aumentar a pressão sobre o presidente americano para implementar rapidamente sua agenda climática.

“Veremos um aumento realmente acentuado das emissões”, com o consumo de carvão nas usinas dos EUA retornando quase aos níveis de 2019, disse Amanda Levin, analista de políticas do Conselho de Defesa de Recursos Naturais, em Nova York. Mas, se Biden implementar políticas de energia verde conforme o esperado, “poderíamos realmente ver mudanças muito rapidamente”.

O aumento do consumo de carvão nos EUA decorre da alta dos preços do gás natural e da recuperação do impacto da pandemia. No caso da China e da Índia, é um reflexo da crescente demanda por eletricidade que mantém o carvão como fonte dominante de geração de energia, mesmo ao adicionar grandes quantidades de capacidade solar e eólica.

Embora o estímulo da Covid de Biden não se concentre em energia verde, um projeto de lei de infraestrutura pendente deve incluir planos para cumprir suas promessas de campanha sobre mudança climática, tornando os EUA mais bem posicionados para garantir o progresso na redução das emissões globais. Biden disse que os EUA buscarão a neutralidade de carbono até 2050 e convocou uma reunião em abril que deverá incluir a China e a Índia.

O presidente da China, Xi Jinping, surpreendeu o mundo com sua promessa no ano passado de zerar as emissões líquidas até 2060. A Índia ainda não assumiu nenhum compromisso semelhante.

(Corrige nome da organização no quarto parágrafo.)

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