Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    43.371,67
    +984,84 (+2,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

Toyota e Panasonic planejam reduzir custos de baterias pela metade já em 2022

·1 minuto de leitura

Dois expoentes do mercado de carros eletrificados já traçam novos planos para um futuro próximo que devem beneficiar o consumidor. A Toyota e a Panasonic, por meio de sua joint-venture Prime Planet Energy & Solutions (PPES), querem reduzir pela metade o custo da produção de baterias para veículos elétricos e híbridos já no ano que vem, o que poderia estimular este mercado e aumentar as vendas.

A ideia da empresa é de cortar os custos operacionais antes de partir para uma ofensiva nos componentes de produção das baterias, como o lítio e o cobalto. Diante de um cenário em que a falta de semicondutores ainda afeta a produção de carros e eletrônicos em geral pelo mundo, a estratégia dos japoneses parece mais pragmática e assertiva, mesmo que isso afete, de algum modo, o volume de fabricação.

Em 2020, a PPES tinha uma fatia de 25% do mercado de baterias para carros elétricos e híbridos, com uma produção de 1,4 milhão de unidades. Com a Panasonic saindo de uma parceria bilionária com a Tesla, a gigante da tecnologia poderá focar mais no projeto com a Toyota e aumentar a produção substancialmente. A fábrica da PPES, em Shikoku, no Japão, pode produzir 500 mil baterias por ano, enquanto a de Himeji tem a capacidade de 80 mil.

O Toyota Prius utiliza baterias da Panasonic (Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech)
O Toyota Prius utiliza baterias da Panasonic (Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech)

"Nosso ambiente é competitivo. Precisamos atingir certos níveis de preços para tornar os carros elétricos atraentes e facilitar sua disseminação. Se ultrapassarmos, não vendemos", disse Hiroaki Koda, ex-executivo da Toyota e que hoje é o principal mandatário da PPES. Segundo ele, a meta é de que o preço das baterias possa ser 70% menor já em 2025.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos