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Total de fraudes bancárias cai enquanto bandidos focam em outros setores

As mudanças nos hábitos de consumo e o retorno às atividades normais em um período pós-vacina também estão causando alterações importantes no comportamento cibercriminoso. Prova disso é que o setor de serviços financeiros, ainda um forte alvo de ataques, experimentou queda significativa no número de ocorrências no início deste ano, enquanto os bandidos optam pelos segmentos de seguros, logística e turismo como novos focos.

Os números são da empresa de análise TransUnion e demonstram uma queda de 79,4% no volume de fraudes digitais no Brasil entre janeiro e março de 2022. A redução é maior que a média global, de 63,6%, enquanto o comportamento, em nosso país, também diferente nos novos alvos. Por aqui, os focos atuais parecem estar sobre segmentos como apps de relacionamento, com 24,4% de aumento, logística (16,2%) e turismo (12,9%).

Os dois últimos também aparecem como novos focos do cibercrime em todo o mundo, mas na segunda e terceira colocações, com 42,7% e 13,3% de aumento nos incidentes. Na liderança, entretanto, está o segmento de seguros, que viu o número de tentativas de fraude mais do que dobrarem no início de 2022, com 134,5% de crescimento na comparação com o mesmo período do ano passado.

“A diminuição nas taxas de suspeita de tentativa de fraude no setor de serviços financeiros demonstra que esse segmento está cada vez mais preparado para evitar vulnerabilidades”, aponta Marcelo Leal, diretor de soluções da TransUnion no Brasil. A mudança, entretanto, é foco de atenção. “O setor logístico é uma área de grande relevância para compras online e entregas em geral, é importante que se atente ao crescimento na incidência de [crimes].”

Outros setores também viram redução de ataques

Internacionalmente, outros setores que viram redução significativa no índice de ataques foram os de telecomunicações, com queda de 20,4%, e varejo, com menos 7,6%. “Os fraudadores testam quais setores aumentaram iniciativas de prevenção e recorrem a novos nos quais os esforços estejam sendo frustrados”, explica Shai Cohen, vice-presidente sênior de soluções globais de fraude da TransUnion.

A empresa também cita estudos que mostram que as fraudes contra usuários também estão caindo, ainda que em um ritmo mais lento. Em fevereiro de 2022, 36% dos consumidores globais afirmaram terem sido vítimas de tentativas de fraude nos três meses anteriores, contra 38% no trimestre anterior. No Brasil, entretanto, houve leve crescimento, de 23% para 24%.

Por aqui, os golpes envolvendo cartões de crédito clonados ou roubados são os mais comuns, com 33%, seguidos de fraudes envolvendo cartões-presente (21%) e vendedores terceirizados fingindo serem sites legítimos no varejo online (20%). Globalmente, destaque para as tentativas de phishing, que representaram 31% dos incidentes relatados pelos clientes.

Fonte: Canaltech

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