Mercado fechará em 1 h 31 min
  • BOVESPA

    101.774,82
    +1.222,38 (+1,22%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.445,52
    -223,73 (-0,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    40,68
    +0,65 (+1,62%)
     
  • OURO

    1.902,40
    -27,10 (-1,40%)
     
  • BTC-USD

    13.064,77
    +2.007,76 (+18,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    263,60
    +7,50 (+2,93%)
     
  • S&P500

    3.446,23
    +10,67 (+0,31%)
     
  • DOW JONES

    28.301,73
    +90,91 (+0,32%)
     
  • FTSE

    5.785,65
    +9,15 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    24.786,13
    +31,71 (+0,13%)
     
  • NIKKEI

    23.474,27
    -165,19 (-0,70%)
     
  • NASDAQ

    11.635,50
    -55,75 (-0,48%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5938
    -0,0562 (-0,85%)
     

Total abandona polêmico projeto de exploração no Brasil

·1 minuto de leitura
(Arquivo) Logotipo do grupo francês Total em posto de gasolina no México
(Arquivo) Logotipo do grupo francês Total em posto de gasolina no México

O grupo petroleiro francês Total anunciou nesta segunda-feira que transferiu para a Petrobras sua  participação em um projeto de exploração no Brasil, localizado na foz do Amazonas e criticado há muitos anos por organizações de defesa do meio ambiente.

No início de setembro, a empresa anunciou o encerramento de seu papel como "operadora" nos cinco setores de exploração do local, um projeto ao qual estava associada desde 2013 com a britânica BP e a Petrobras.

Nesta segunda-feira, o grupo francês anunciou que "abandona" a bacia da Foz do Amazonas, após ter concluído um acordo com a Petrobras em 24 de setembro para "transferir sua participação em cinco blocos de exploração", localizados a 120 quilômetros da costa do Brasil.

Os blocos de exploração em questão são: FZAM- 57, FZA-M-86, FZA-M-88, FZA-M-125 e FZA-M-127.

Em dezembro de 2018, o Brasil negou a Total a licença ambiental para perfurações nos blocos, devido a "incertezas significativas" em caso de situações de emergência.

A imprensa mencionou na época "a possibilidade de vazamento de petróleo que poderia afetar os recifes de corais presentes na região, e por extensão a biodiversidade marinha".

A rejeição foi solicitada pelo Ministério Público e por grupos de defesa do meio ambiente.

A ONG Greenpeace afirmou que a Total "reativou recentemente o processo de aquisição de licenças para perfurar perto do Recife do Amazonas, um ecossistema único e vulnerável, ainda desconhecido". 

O Greenpeace afirma que o grupo francês "apostou em Jair Bolsonaro, presidente de extrema-direita, que questiona a mudança climática, para reativar os projetos de perfuração no Brasil".

kd/tq/nth/me/zm/fp