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Heinze está com moral na torcida do Palmeiras, mas exigência pode travar negociação

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
Galiotte está à frente das negociações por um novo técnico. Foto: Bruno Ulivieri/AGIF
Galiotte está à frente das negociações por um novo técnico. Foto: Bruno Ulivieri/AGIF

A única certeza sobre o novo técnico do Palmeiras é que será um profissional estrangeiro. Isso foi determinado pelo presidente Maurício Galiotte e pelo patrocinador do clube. Depois da frustração com Miguel Angel Ramírez, a diretoria passou a analisar outros nomes e deixou Gabriel Heinze como ficha um.

Um dos pontos que influenciou essa prioridade foi a grande campanha dos palmeirenses nas redes sociais, disseminando a #HeinzenoPalmeiras e fazendo “pressão” pela contratação do argentino. Vale lembrar que Heinze é um emergente no futebol e tem apenas um trabalho consistente com o Vélez Sarsfield, em três temporadas.

Quem conviveu com ele, o define como um treinador sangüineo, justo, defensor dos atletas e extremamente exigente, escalando os melhores, independentemente de idade e tamanho no elenco.

Heinze foi procurado pelo Palmeiras, mas impôs uma exigência que pode atrapalhar um acerto. Heinze quer a “Academia de Futebol” respirando apenas futebol, sem a presença de conselheiros, diretores e parceiros, fora do dia a dia interno dos treinamentos e sem nenhuma interferência no ambiente e na relação com o grupo. Essa solicitação não foi bem aceita pela maioria da cúpula e isso pode travar as conversas.

O blog apurou que Galiotte ainda nutre a esperança de fechar com Heinze, mas também analisa outros nomes oferecidos e citados. Enquanto não há acerto, o interino Andrey Lopes vai tocando o barco, tentando melhorar o rendimento do time.