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Torcedores que cometeram racismo contra segurança são indiciados

Giorgia Cavicchioli
Torcedores foram flagrados xingando funcionário. Foto: Reprodução/Twitter
Torcedores foram flagrados xingando funcionário. Foto: Reprodução/Twitter

A Polícia Civil de Minas Gerais informou, na última sexta-feira (29), que indiciou dois irmãos que foram racistas com um segurança do estádio Mineirão durante o jogo entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no último dia 10 de novembro.

No dia do crime, Natan Siqueira Silva, de 28 anos, chamou o vigilante Fábio Coutinho de “macaco” por duas vezes. Já o irmão dele, Adrierre Siqueira da Silva, de 37 anos, cuspiu na vítima e disse para ele: “Olha a sua cor”. Os dois vão responder, agora, pelo crime de injúria racial.

Durante as apurações, Nathan chegou a dizer que foi mal interpretado e que a palavra que tinha utilizado para se referir ao vigilante era “palhaço”. Mas o vídeo em que ele aparece xingando o funcionário do estádio foi periciado e o laudo comprovou que ele falou “macaco”.

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Logo depois que o vídeo veio à público, os dois tentaram se defender da acusação. Natan disse que tinha “irmão negro”, “amigos negros” e que “pessoas que cortavam seu cabelo eram negras”. “Isso não foi da minha índole, pelo contrário”, disse ele.

Adrierre também tentou se defender do racismo dizendo que não era racista e que estava arrependido do que tinha falado. “Falei em um momento de ânimos exaltados na hora do jogo. Quero pedir perdão a ele por todos os insultos que fiz e pelo cuspe que proferi”, afirmou o torcedor.

Agora, os dois irmãos vão responder na Justiça pelo crime. Caso sejam condenados, eles podem ficar presos de um a quatro anos. Além disso, eles poderão pagar multa.