Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.953,90
    +411,95 (+0,42%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.743,15
    +218,70 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,46
    +2,70 (+2,55%)
     
  • OURO

    1.812,90
    +5,60 (+0,31%)
     
  • BTC-USD

    19.186,24
    -1.128,43 (-5,55%)
     
  • CMC Crypto 200

    420,84
    +0,70 (+0,17%)
     
  • S&P500

    3.825,33
    +39,95 (+1,06%)
     
  • DOW JONES

    31.097,26
    +321,83 (+1,05%)
     
  • FTSE

    7.168,65
    -0,63 (-0,01%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,10 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,42 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.610,50
    +81,00 (+0,70%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5587
    +0,0531 (+0,96%)
     

Torcedores do Flamengo relatam caso de racismo em churrascaria em Santa Catarina

·2 min de leitura
Restaurante também chamou a Polícia Militar após confusão com torcedores do Flamengo (Reprodução)


Dois torcedores do Flamengo que retornavam da final da Libertadores em Montevidéu para o Rio de Janeiro relataram um suposto caso de racismo em uma churrascaria de Santa Catarina. Ao jornal 'O Globo', o analista Sidnei Máximo e o cantor Gerson Mello contaram que foram barrados do restaurante por falta de comida mas que colegas do mesmo ônibus estavam no local.

> Confira a classificação atualizada do Brasileirão 2021 e simule as rodadas!

- Duas pessoas que organizaram o evento desceram do ônibus e confirmaram que tinha lugar e era um local confortável. Então elas entraram para se servir. Quando eu e meu amigo fomos para a porta do restaurante, o funcionário fechou a porta e disse: 'Só um minuto que vou ver se tem vaga e refeição para todos'. Falou que não tinha e ainda ligou para a polícia - contou Sidnei Máximo.

Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a dupla mostra a confusão dentro do restaurante, com oficiais da Polícia Federal e um funcionário do estabelecimento. Na gravação também é possível ver mesas vazias e algumas pessoas comendo.

- As pessoas que estavam lá dentro disseram que o buffet estava cheio. Pedi para entrar, ele fechou a porta e não deixou. O policial falou que não podia porque era um estabelecimento privado. O espanto dele [funcionário] não foi o grupo. Tinha mais dois ônibus lá, e as pessoas estavam se alimentando. Depois ele falou que ia encher. Todos os argumentos não condizem - explicou Gerson Mello.

Em nota, o restaurante disse que já tinha fechado o estabelecimento e não estava esperando receber mais um ônibus de torcedores. A churrascaria também afirmou que o não houve discriminação racial na confusão.

- Fomos pegos de surpresa, quando o ônibus parou na frente do estabelecimento e alguns passageiros, sem educação alguma, já foram abrindo a porta do estabelecimento que estava encostada e foram adentrando e automaticamente se servindo, sem sequer pegar a comanda. Já tínhamos atendido 2 ônibus, quando chegou o terceiro com esses passageiros alterados. Não teve nenhum ato de racismo contra eles - afirmou a churrascaria.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos