Tolmasquim minimiza impacto da decisão da Celesc

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, minimizou a decisão dos acionistas das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) que votaram nesta sexta-feira, em assembleia geral extraordinária, por recusar a adesão aos termos de renovação antecipada das concessões das usinas de Bracinho, Garcia, Cedros, Salto, Ivo Silveira, Palmeiras e Pery.

"O impacto da Celesc no pacote de renovações é pequeno. É claro que gostaríamos que todas as empresas renovassem, mas a Celesc está no seu direito", afirmou, ao chegar para o evento de aniversário de 15 anos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). "No fim das concessões, essas usinas devem ser relicitadas", declarou.

Tolmasquim também avaliou que as usinas da Copel não têm grande peso no pacote. O conselho de administração da companhia paranaense recomendou aos acionistas nesta sexta-feira apenas a renovação da parte de transmissão. "O grosso da renovação de contratos corresponde às usinas do Grupo Eletrobras, por isso a desistência de algumas empresas não compromete o desconto de 20% nas contas de luz a partir de 2013. Temos margem."

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