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Toffoli não vê urgência em pedido para reverter bloqueio de redes sociais de bolsonaristas

Luísa Martins
·1 minuto de leitura

Suspensão dos perfis foi determinada pelo relator do inquérito das "fake news" O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, não viu urgência no pedido do presidente Jair Bolsonaro para reverter o bloqueio de contas dos seus apoiadores nas redes sociais. A suspensão dos perfis foi determinada pelo relator do inquérito das "fake news", ministro Alexandre de Moraes. O pedido do governo, assinado pessoalmente por Bolsonaro junto à Advocacia-Geral da União (AGU), será analisado pelo relator original, ministro Edson Fachin, a partir deste sábado, quando se encerra o recesso do Judiciário. Ontem, ao atender uma nova determinação do STF, o Twitter ampliou o bloqueio das contas de 16 bolsonaristas investigados por integrar uma rede de disseminação de notícias falsas financiada por empresários. Os perfis, que haviam sido retirados do ar apenas no Brasil, agora estão suspensos também internacionalmente. A empresa vai recorrer. Na ação, o governo argumenta que o bloqueio priva o cidadão de fazer a sua opinião chegar ao grande público e ecoar de modo abrangente. "Nos dias atuais, na prática, é como privar o cidadão de falar". A AGU explica que não está defendendo a prática de ilícitos penais, mas "cessar os ilícitos sem que seja imposta medida desproporcional ao exercício das liberdades públicas". O presidente do STF, Dias Toffoli, negou urgência ao pedido para reverter bloqueio de contas de bolsonaristas em redes sociais Rosinei Coutinho/SCO/STF