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Todos têm que dar sua cota de sacrifício, diz Mourão sobre policiais na PEC Emergencial

DANIEL CARVALHO
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse nesta quarta-feira (10) que "todos têm que dar sua cota de sacrifício" ao comentar a manutenção de policiais no texto da PEC Emergencial aprovado pela Câmara nesta madrugada. A proposta de emenda à Constituição estabelece gatilhos de ajuste fiscal e define um teto de R$ 44 bilhões para o pagamento do auxílio emergencial. O relator da PEC, Daniel Freitas (PSL-SC), manteve o texto como veio do Senado. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e deputados ligados à segurança pública tentaram excluir categorias como policiais e militares do ajuste fiscal promovido pela PEC , mas líderes de partidos de centro e o próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) se alinharam à equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para evitar uma desidratação do texto. "É um momento de crise que requer medidas onde todos têm que dar sua cota de sacrifício. Acho que tem que haver uma comunicação a este respeito e as pessoas compreenderem isso", disse Mourão ao chegar à Vice-Presidência. "Não resta dúvida que o segmento da segurança pública é extremamente importante porque provê uma daquelas que são as necessidades básicas da nossa população. Mas, da mesma forma que a gente reclama que não pode ter tratamento desigual, as pessoas têm que compreender a situação fiscal em que o governo se encontra, não só o governo federal, como os governos dos estados e municípios", afirmou o vice-presidente. Delegados, peritos, agentes da Polícia Federal, policiais rodoviários federais e outras 20 carreiras da segurança pública ameaçam realizar protestos em cidades de todo país nesta quarta. Integrantes da UPB (União dos Policiais do Brasil), os servidores se dizem traídos por Bolsonaro, que teria prometido apoio aos pedidos das categorias para serem poupados de congelamentos na PEC Emergencial. Ainda nesta quarta devem ser votados os destaques que podem reduzir o efeito da proposta. Um deles, do PSOL, tenta remover servidores e empregados públicos e militares de um dispositivo que trata da concessão de aumentos, reajustes e adequação de remuneração. Outro destaque, do PCdoB, busca retirar o limite de R$ 44 bilhões para o pagamento do auxílio emergencial. O governo acredita ter votos suficientes para barrar essas mudanças.