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TJ-SP mantém gestão atual a frente do Hopi Hari

·2 min de leitura
Grupo de credores queria assumir a administração do parque de diversões a analisar a proposta de outros grupos interessados em assumir a dívida.  (Alexandre Schneider/Getty Images)
Grupo de credores queria assumir a administração do parque de diversões a analisar a proposta de outros grupos interessados em assumir a dívida. (Alexandre Schneider/Getty Images)
  • TJ-SP acata pedido da administração e mantém grupo de credores fora da administração;

  • Haverá uma reunião da administração no dia 02/02 para decidir sobre o o plano de recuperação judicial;

  • Dívida do parque de diversões chega a R$ 770 milhões.

Na última quinta-feira o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) aceitou um recurso da administração do parque de diversões, Hopi Hari, e manteve os credores do empreendimento longe da gestão do parque.

Os credores queriam afastar os administradores sob acusação de possível desvio de recursos investigados por inquérito da polícia de São Paulo.

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O TJ-SP argumentou sobre a decisão. "O recurso apresentado pelo Parque destacou que ‘recente decisão proferida pelo Juízo que preside a recuperação indeferiu o pedido de afastamento dos gestores’ e, ainda, ‘que inexiste manifestação do administrador judicial a indicar a prática de atos que justifiquem a destituição dos administradores’, realçando que a excepcional hipótese prevista no artigo 64 da Lei de Recuperação Judicial, exige decisão judicial fundamentada, bem como a observância do contraditório e ampla defesa", proferiu o desembargador Paulo Roberto Grava Brazil, da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial.

No próximo dia 2 de fevereiro seria analisadas propostas de outros parques temáticos para a recuperação judicial do Hopi Hari. No entando com a decisão do desembargador, fica vetada a apreciação das proposta do Beto Carrero, Play Center e Wet'n Wild.

A dívida do Hopi Hari chega a R$ 770 milhões, a crise se agravou por conta da pandemia do novo corona vírus.

A decisão do TJ-SP acompanha um parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, onde a entrada de grupos investidores depende da aprovação da administração do Hopi Hari. A época o Ministério Público apontou a necessidade de análise do caso para impedir qualquer prática de antitruste.

Com informações do IG e O Globo.

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