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Tite usa Copa América como laboratório para setor de criação da seleção brasileira

·2 minuto de leitura

Classificada para as quartas de final da Copa América após duas vitórias nos dois primeiros jogos, a seleção brasileira utiliza a competição continental para testes. Sobretudo nas últimas duas rodadas da fase de classificação, a começar pelo confronto de amanhã, diante da Colômbia, no estádio Nilton Santos.

Nesta segunda-feira, o técnico Tite começou a esboçar o time que vai mandar a campo, em treinamento fechado em Teresópolis. As experiências seguem nesta terça para definição da equipe. A intenção é seguir observando alternativas, como em um laboratório, já que até a Copa não haverá tantos períodos longos para treinos.

Entre os 24 convocados, ainda não atuaram na Copa América apenas o volante Douglas Luiz, o goleiro Weverton e o zagueiro Felipe, que torceu o joelho e está fora de mais uma partida.

Tite pode dar mais uma oportunidade a Everton Ribeiro, que entrou bem contra o Peru, ou promover o retorno de Lucas Paquetá, que estreou como titular diante da Venezuela, mas não participou da segunda partida.

O setor de criação no meio-campo é o ponto chave das observações, uma vez que mexem no posicionamento de Neymar. Se o camisa 10 atuar mais adiantado, com outro meia para ajudar na transição, Ribeiro parece ser a opção mais provável para atuar no lado direito, oposto ao preferido do craque. Se Neymar recuar para buscar mais jogo, Tite pode prender um pouco mais Paquetá e utilizar só um volante, o que não tem sido sua preferência.

Seja com Casemiro ou Fabinho ao lado de Fred, a estrutura tem se mantido intacta e permitido ao Brasil sofrer pouco defensivamente. Por outro lado, os atacantes pelo lados com Neymar centralizado deixa o jogo mais vertical e de menos toque e posse de bola.

As próximas partidas podem ser uma boa oportunidade de Tite experimentar um novo estilo, sem abrir mão da obediência tática.

Com isso, há expectativa se Gabigol volta a ter uma oportunidade com Ribeiro ou Paquetá como meias que o municiem além de Neymar e dos laterais. O atacante do Flamengo não foi bem e viu Gabriel Jesus cumprir funções por dentro e por fora com qualidade.

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