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Tiro que matou policial em patrulha da PM pode ter sido disparado de longa ou média distância

·2 min de leitura

A Polícia Civil vai investigar a hipótese de que o tiro responsável pela morte do sargento PM Jamilton Machado de Assis, tenha sido disparado de uma distância longa ou média. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Jacarezinho, o militar estava sentado no banco do carona de uma patrulha da PM quando foi atingido na cabeça por um disparo, nesta quarta-feira, no momento em que o veículo passava por um viaduto, em Benfica, na Zona Norte do Rio. O projétil entrou por uma das janelas, e após ferir o sargento, ainda atingiu a coronha da arma de um outro policial que dirigia o automóvel.

O militar chegou a ser foi levado com vida para Unidade de Pronto Atendimento de Manguinhos, de onde foi transferido para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Ele passou por ma cirurgia, mas na manhã desta quinta-feira, não resistiu aos ferimentos e morreu. O crime aconteceu em um viaduto que dá acesso à Avenida Dom Hélder Câmara. De acordo com a Polícia Militar, Jamilton Machado de Assis é o 47º PM assassinado no Estado do Rio de Janeiro, desde janeiro de 2021. O número já ultrapassa o total de PMs mortos registrados em 2020, quando 45 policiais foram assassinados, segundo os números da Polícia Militar. A previsão é a de que o corpo do sargento seja sepultado, nesta sexta-feira, às 10h, no memorial do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. A morte do PM foi registrada inicialmente na 21ªDP(Bonsucesso).

O caso deverá ser transferido para a Delegacia de Homicídios da Capital. Jamilton Machado ingressou na PM em 2009. Ele deixou mulher e dois filhos gêmeos.

Parentes do PM morto estiveram, nesta quinta-feira, no Instituto Médico-Legal do Rio para tratar da liberação do corpo do policial assassinado. Bastante abalados, eles preferiram não falar com jornalistas. Policiais em uma patrulha da UPP do Jacarezinho também foram ao IML para ajudar a viúva do sargento assassinado nos trâmites burocráticos. Em nota, a Polícia Militar disse que a corporação está prestando todo o apoio à família do militar.

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