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Tinder | Conheça os principais golpes aplicados e como evitá-los

O Tinder é por muito o aplicativo de encontros e relacionamentos mais popular do mundo, com mais de 75 milhões de usuários ativos mensais e 10,6 milhões de assinantes ao redor do globo. Porém, além de pessoas à procura de amor, o app também reúne muitas pessoas com más intenções e buscam vítimas para diferentes tipos de golpe.

O documentário “O Golpista do Tinder”, lançado no começo deste ano, popularizou a história de um homem que fingia ser um herdeiro bilionário para enganar mulheres, que, no fim das contas, era quem financiava seu estilo de vida luxuoso. Com isso em mente, a empresa de cibersegurança ESET separou quais são os principais golpes aplicados pelo Tinder.

Principais golpes aplicados pelo Tinder

Golpe da verificação: nesta modalidade de fraude, o golpista entra em contato com a vítima após uma combinação e solicita um código que foi enviado para o telefone dela. Porém, esse número, na verdade, é a chave para acessar a conta do Facebook, Snapchat, WhatsApp ou até mesmo a conta bancária.

Os golpistas também usam bots que entram em contato com quem deu match com um perfil falso e enviam automaticamente links para verificação de conta. Os fraudadores buscam se aproveitar de uma ferramenta do Tinder que verifica o perfil, a fim de demonstrar que as fotos pertencem ao perfil de uma pessoa real, e não de uma conta falsa.

Perfis falsos: esse tipo de golpe é mais trivial, nele, criminosos criam perfis falsos, com fotos retiradas de bancos de imagens com modelos ou posições sexualmente sugestivas. Após o match, é pedido o número de telefone para que o golpista e a vítima possam “se conhecer melhor”, onde usam da engenharia social para pegar informações pessoais.

“Catfish”: muitos perfis falsos, porém, não são usados para roubo de informações ou de dinheiro, mas para conseguir alguém mesmo. Porém, por algum tipo de insegurança, usam do mesmo expediente de quem cria perfis falsos, com fotos e informações pessoais que não são delas.

Apesar de soar inofensivo, o catfish pode causar bastante angústia nas vítimas, já que os falsários podem levar suas mentiras muito longe e fazer com que a pessoa do outro lado da tela se apaixonem por eles. E, por mais que seja relativamente incomum, também pode envolver o pedido de presentes ou dinheiro para o golpista.

“Sextorsão”: o envio de mensagens e fotos sensuais (sexting) é bastante comum, mas pode ser perigoso. Esse material pode ser usado para golpistas para extorsão, com ameaças de divulgação caso um pagamento em dinheiro ou criptomoedas não seja realizado. Esse tipo de golpe pode gerar muita dor e angústia às vítimas, principalmente mulheres.

Golpes financeiros de romance: segundo a ESET, esse golpe é mais complexo, tanto de se detectar, quanto de se aplicar. Neles, os golpistas conseguem ir mais longe, levando a fraude do mundo virtual para o mundo real. São pessoas de fato, com perfis reais, mas com interesses escusos, que usam o Tinder para potencializarem seus golpes.

Essa, inclusive, é a modalidade de fraude usada por Shimon Hayut, que se passava por Simon Leviev, e ficou mundialmente conhecido como “O Golpista do Tinder”. Muitos criminosos fazem com que as vítimas paguem jantares caros e viagens, criando uma clara dependência emocional. Além do impacto financeiro desse golpe, também há o sofrimento emocional.

Como se manter seguro no Tinder

Para evitar essas situações, é necessário tomar alguns cuidados no Tinder. Uma dica da ESET é nunca sair do Tinder e levar a conversa para outros aplicativos, como o Instagram e o WhatsApp. A plataforma de encontros possui uma série de mecanismos que permitem denunciar golpistas para a plataforma, algo que não é encontrado em outras redes sociais.

Nunca abra links enviados pelo Tinder, principalmente se forem com URLs encurtadas. Todos os golpes listados aqui só ocorrem se a conversa sair do Tinder, porém, caso mesmo assim você decida levar a conversa para outro aplicativo, evite enviar fotos pessoais ou íntimas e, caso envie, evite mostrar o rosto ou características específicas, como cicatrizes ou tatuagens.

Sempre confie no seu instinto, se um perfil parecer bom demais para ser verdade ou tiver poucas informações, é melhor não dar nem o like, para evitar dores de cabeça no futuro. “Tenha sempre em mente que o risco não é apenas online, mas também na vida real”, diz o chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET Latin America, Camilo Gutiérrez Amaya.

“É muito importante que você considere sua segurança ao encontrar alguém que conheceu por aplicativos”, diz o pesquisador. “Compartilhe sempre sua localização com um amigo e escolha espaços públicos lotados como ponto de encontro”, orienta Amaya.

Fonte: Canaltech

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