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Tim Cook celebra 10 anos como CEO da Apple com foco em serviços e novos desafios

·3 minuto de leitura

Nesta terça-feira (24), Tim Cook chega à marca de 10 anos como CEO da Apple, cargo para o qual foi apontado por Steve Jobs, cofundador da empresa. Na época encarada com desconfiança, a decisão se mostrou certeira e ajudou a empresa a se consolidar como uma das maiores empresas do mundo, avaliada atualmente em US$ 2,4 trilhões (R$ 12,62 trilhões).

Quando assumiu o cargo de CEO, Cook tinha a dura missão de dar prosseguimento à história de sucesso iniciada por Jobs. Após anos à frente da NeXT, o cofundador retornou à Apple me 1997 e criou produtos de sucesso como o iMac, o iPod, o iPhone e o iPad, consolidando a empresa como um dos nomes mais influentes do universo da tecnologia.

Sob o comando de Cook, a corporação estabeleceu a dominância do iPhone e lançou uma série de produtos de sucesso, como o Apple Watch e os AirPods. No trimestre em que assumiu o cargo, em 2011, a Apple registrou US$ 28,57 bilhões em receita, valor que saltou para US$ 81,4 bilhões no trimestre mais recente de 2021 — quase o triplo, sendo que US$ 39,6 bilhões foram gerados somente pelos smartphones da companhia.

A direção do executivo também representou uma valorização constante das ações da companhia, que renderam uma média de 32% anual aos investidores que reinvestiram todos os seus dividendos. Em 2012, ele ajudou a instituir um plano de recompras de ações que já movimentou US$ 450 bilhões desde então e reduziu em 35% a quantidade de ações em circulação.

Foco em serviços

Sob o comando de Cook, a Apple também passou a se focar mais no oferecimento de serviços, em vez de ser somente uma companhia centrada na venda e hardwares e softwares. Entre os negócios que ganharam espaço estão o iCloud, o Apple Music e a App Store, bem como serviços como o Apple Play e o Apple Arcade.

Imagem: Divulgação/Apple
Imagem: Divulgação/Apple

A empresa também fez investimentos recentes em serviços como a revista digital Apple News+ e o Apple TV+, iniciativa que visa competir com nomes como Netflix e Disney+. Menos focado em produtos do que seu antecessor, o CEO trouxe ao mercado o Apple Watch em 2015, os AirPods em 2016 e investiu em dispositivos como o AirTag e o HomePod, além de ter adquirido a popular marca Beats em maio de 2014.

Apesar de ainda ter o iPhone como um de seus pilares mais fortes, a Apple sob o comando de Tim Cook conseguiu estabelecer novas bases de crescimento e sustentabilidade. Ao incorporar os novos serviços aos hardwares oferecidos ao público, a empresa foi bem-sucedida em convencer consumidores a investir em meio-ambiente e a permanecer nele.

Desafios futuros

Em uma entrevista concedida ao The New York Times em abril deste ano, o executivo afirmou que não consegue se ver no comando da corporação por mais 10 anos. No entanto, ele declarou que ainda não tem planos para deixar o cargo, tampouco possui uma previsão de quando vai passar suas responsabilidades a um sucessor.

Imagem: Divulgação/Apple
Imagem: Divulgação/Apple

Atualmente, a Apple enfrenta acusações de monopólio na App Store — que gerou investigações de reguladores e uma batalha legal contra a Epic Games — e pressões de governos sobre a maneira como opera com seus serviços de nuvem. Recentemente, a empresa também tem enfrentado uma série de críticas após divulgar um novo sistema que busca fotos de consumidores em busca de conteúdos que podem conter pornografia infantil.

A companhia também enfrenta questionamentos sobre qual vai ser sua próxima “grande coisa”, que pode envolver desde veículos elétricos até investimentos na realidade virtual ou na realidade aumentada. Atualmente, a Apple também trabalha em diminuir seu impacto sobre o meio ambiente, com planos de se tornar carbono-neutra até 2030 — um grande desafio que deve ter impactos sobre toda sua estrutura de produção e distribuição mundial.

Fonte: Canaltech

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