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TikTok faz parceria com a ONU para combater desinformação sobre o Holocausto

·2 min de leitura

Nesta quinta-feira (27), a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o Congresso Judaico Mundial (WJC) lançaram uma colaboração com a rede social TikTok. O objetivo é combater o antissemitismo e a distorção de informações relacionadas ao Holocausto, nome dado ao programa de extermínio de judeus na Alemanha nazista entre entre 1933 e 1945.

A aliança apresentada por ocasião do Dia Internacional em Memória do Holocausto, que marca o aniversário da libertação do campo de concentração e extermínio nazista de Auschwitz-Birkenau em 1945, facilitará o acesso a informação sobre o acontecimento por meio de um site.

Ao pesquisar termos relacionados ao Holocausto, os usuários verão um banner no topo dos resultados que inclui um link para a página informativa, disponível em 19 idiomas, e um aviso para que todos consultem fontes confiáveis.

Além disso, um comunicado será mostrado em forma de banner, caso a pesquisa de um termo relacionado ao Holocausto viole as regras do TikTok. Nos próximos meses, a plataforma também deve implementar as informações na parte inferior dos vídeos com hashtags relacionadas ao acontecimento.

Usuários vão poder se infomar mais sobre o Holocausto por meio da página criada pela UNESCO em parceria com a WCJ (Imagem: Reprodução/TikTok)
Usuários vão poder se infomar mais sobre o Holocausto por meio da página criada pela UNESCO em parceria com a WCJ (Imagem: Reprodução/TikTok)

"A circulação de informações falsas sobre o Holocausto é um problema crescente nas redes sociais, e nem todas as plataformas estão tomando medidas efetivas para conter essa tendência nociva", disse a Unesco.

O TikTok disse que "condena o antissemitismo em todas as suas formas" e conta com a ajuda de tecnologia e de moderadores humanos para erradicar conteúdo e contas antissemitas. Isso inclui aqueles que fazem publicações que negam o Holocausto ou qualquer outra forma de discurso de ódio dirigido ao povo judeu.

Os usuários também poderão encontrar conteúdo de criadores que compartilham material educacional sobre o Holocausto e o antissemitismo na página "Explorar" do TikTok.

Desinformação sobre o Holocausto

Segundo dados da própria Unesco e da ONU, 17% do conteúdo relacionado ao Holocausto no TikTok negou ou distorceu o ocorrido. Perante esta situação, a plataforma decidiu agir, com a ajuda de ambas as organizações.

Criadores judeus também tiveram seu conteúdo denunciado por terceiros ou retirado por engano devido a comportamentos de propagação de ódio, de acordo com a NBC em 2021.

Outro movimento bastante controverso na plataforma foi uma tendência lançada em 2020 em que alguns criadores se trajavam como vítimas mortas do holocausto. O comportamento foi criticado pelo Museu de Auschwitz, com razão.

A desinformação sobre o Holocausto e as teorias da conspiração antissemitas dispararam nas plataformas de mídia social durante a pandemia, e a ignorância generalizada e crescente sobre o tema tem alimentado esse problema, afirmou a Unesco.

“A educação é uma das maneiras mais poderosas de combater o ódio”, disseram o diretor de políticas públicas do TikTok, Eric Ebenstein, e sua diretora de relações governamentais, Elizabeth Kanter.

Fonte: Canaltech

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