Mercado abrirá em 12 mins
  • BOVESPA

    119.646,40
    -989,99 (-0,82%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.125,71
    -369,70 (-0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,91
    -0,40 (-0,75%)
     
  • OURO

    1.871,80
    +5,30 (+0,28%)
     
  • BTC-USD

    32.729,01
    -773,09 (-2,31%)
     
  • CMC Crypto 200

    647,09
    -53,53 (-7,64%)
     
  • S&P500

    3.851,85
    +52,94 (+1,39%)
     
  • DOW JONES

    31.188,38
    +257,86 (+0,83%)
     
  • FTSE

    6.748,25
    +7,86 (+0,12%)
     
  • HANG SENG

    29.927,76
    -34,71 (-0,12%)
     
  • NIKKEI

    28.756,86
    +233,60 (+0,82%)
     
  • NASDAQ

    13.346,75
    +52,50 (+0,39%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4219
    +0,0139 (+0,22%)
     

TikTok acusa Facebook de 'ataques difamatórios'

·2 minuto de leitura
Logo do TikTok

A plataforma de vídeos TikTok respondeu, nesta quarta-feira (29), o que chamou de "ataques difamatórios" por parte da rede social líder Facebook e defendeu suas atividades, alegando que ajudam a promover a concorrência no mercado dos Estados Unidos.

Os comentários do TikTok foram divulgados horas antes de uma esperada audiência antimonopólio no Congresso dos EUA com os principais executivos do Facebook e de outras três grandes empresas tecnológicas, e em meio a uma ameaça de proibição devido a supostas conexões entre o aplicativo de vídeos e o governo da China.

Em uma publicação em um site, seu CEO, Kevin Mayer, disse que o TiKTok recebe com agrado a "concorrência justa" e acrescentou que, "sem o TikTok, os anunciantes americanos ficariam mais uma vez com poucas opções".

"Vamos concentrar nossas energias em uma concorrência justa e aberta ao serviço de nossos consumidores, em vez de ataques difamatórios por nossa concorrência - em particular o Facebook - disfarçados de patriotismo e projetados para encerrar nossa mera presença nos Estados Unidos", continuou.

Esses comentários parecem se referir às declarações do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, que disse, no ano passado, que o TikTok havia censurado informações sobre protestos na China, país de origem da ByteDance, proprietária da plataforma de vídeos.

Conhecido por seus vídeos casuais, artísticos e humorísticos, o TikTok teve uma explosão de popularidade durante o confinamento pela pandemia do coronavírus, especialmente entre os jovens. Estima-se que tenha 1 bilhão de usuários.

"Com o nosso sucesso chega a responsabilidade e a prestação de contas", disse Mayer, insistindo em que a empresa proprietária do aplicativo não mantém vínculos com o governo chinês.

A Índia proibiu o TikTok, e autoridades americanas afirmaram que estudam ações contra a plataforma.

"O TikTok se tornou o alvo mais recente, mas não somos o inimigo", acrescentou Mayer.