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Testes de proteção contra radiação serão feitos em módulo russo da ISS em 2023

·2 minuto de leitura

O novo módulo Nauka, da Rússia, chegou à Estação Espacial Internacional (ISS) no final de julho, e servirá como um novo laboratório científico para o segmento russo da estação. Segundo Igor Mitrofanov, diretor do Departamento de Planetologia Nuclear no Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências, o novo equipamento que será testado por lá é um dispositivo criado para ajudar a proteger tripulantes da radiação durante voos interplanetários. O equipamento deve ser lançado em 2023.

De acordo com Mitrofanov, a instituição está preparando a construção de um projeto e o desenvolvimento de um protótipo do equipamento, que se chamará BTN-M2. “Espero que, em 2023, o BTN-M2 seja levado para a órbita com uma nave Progress e comece a funcionar na estação”, comentou ele. O diretor especificou que, diferentemente do BTN-M1, equipamento instalado na área externa do módulo Zvezda para estudos de nêutrons, o novo dispositivo ficará no interior do Nauka.

O módulo Nauka, que deverá receber o equipamento em 2023 (Imagem: Reprodução/novitskiy_iss/Twitter)
O módulo Nauka, que deverá receber o equipamento em 2023 (Imagem: Reprodução/novitskiy_iss/Twitter)

Segundo a equipe envolvida no desenvolvimento do equipamento, o BTN-M2 está sendo desenvolvido para estudar o espectro de energia dos nêutrons e a distribuição espacial e temporal das partículas, tanto dentro quanto fora da ISS. Além disso, o componente será usado também para estudar as propriedades de proteção de diferentes materiais que, futuramente, possam servir para proteger astronautas da radiação durante voos interplanetários.

Mitrofanov explicou que o experimento poderá ajudar na compreensão de como reduzir a radiação de nêutrons no interior da estação com o uso de escudos protetores. “Isso não é tão importante para a ISS, porque fica na órbita baixa da Terra, mas poderá oferecer opções para a proteção contra a radiação de nêutrons durante voos futuros, que sigam além da magnetosfera da Terra para o espaço externo, onde os nêutrons dos raios galácticos e cósmicos vão representar uma ameaça séria para a tripulação”, disse.

Fonte: Canaltech

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