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Testes com vermífugo para combate à COVID-19 avançam, diz Marcos Pontes

·2 min de leitura

Na busca por medicamentos contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2), o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, afirmou nesta terça-feira (19) que a pasta iniciará uma nova fase do estudo experimental da nitazoxanida — medicamento conhecido comercialmente pelo nome de Annita — em pacientes com a COVID-19.

De baixo custo, esse medicamento é, tradicionalmente, é indicado como vermífugo e antiparasitário. Agora, em nova etapa da pesquisa, o ministro afirmou que mais 500 pacientes deverão participar do teste experimental do medicamento.

Pesquisas com Annita

No dia 15 de abril, o ministro Pontes divulgou que um estudo brasileiro com a nitazoxanida indicava eficácia de 94% de sucesso do medicamento contra células infectadas pelo novo coronavírus. Na ocasião, anunciou: "No máximo na metade de maio, teremos uma solução de tratamento. Um remédio sem efeitos colaterais, [com estudo] desenvolvido pela pesquisa brasileira com todo o rigor científico". No entanto, não há perspectiva de conclusão das pesquisas, ainda.

Antiparasitário é testado em nova pesquisa para provar eficácia (Foto: Reprodução/ Fernando Bergamo)
Antiparasitário é testado em nova pesquisa para provar eficácia (Foto: Reprodução/ Fernando Bergamo)

Desde então, a nitazoxanida é testada em cerca de 17 hospitais, segundo o ministério. Os testes clínicos, em andamento, contam com investimento de R$ 5 milhões dos R$ 352,8 milhões recebidos como crédito para uso no combate à COVID-19. Na época, Pontes explicou que os pacientes que fazem parte do ensaio clínico recebem o "tratamento normal" da doença. Isso incluía a prescrição de antitérmicos, antibióticos e anticoagulantes, além da nitazoxanida.

Essa primeira etapa de testes deve continuar em andamento aos novos estudos anunciados. "Agora, vamos fazer uma fase dos testes com tratamento precoce, ou seja, [se] a pessoa testou positivo, ela já vai poder entrar nos testes clínicos", explicou o ministro.

"Nesse segundo protocolo a ideia é que não precise [apresentar] nenhum desses sintomas [como pré-requisito], é só o resultado positivo [para COVID-19] e já pode entrar no teste, o que vai acelerar bastante [o estudo com o medicamento]", esclareceu Pontes. O ministro também ressaltou que o protocolo do estudo já iniciado não permite a divulgação de resultados parciais e também não tem previsão de conclusão, já que depende da seleção de pacientes aptos.

Fonte: Canaltech

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