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Teste de laboratório para diagnóstico do Alzheimer começa a ser feito no Brasil

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Recém-aprovado nos Estados Unidos, teste de laboratório para o diagnóstico de Alzheimer em pessoas com suspeita da condição neurodegenerativa chega ao Brasil. O exame é feito a partir de uma amostra de sangue do paciente e, no momento, é feito em algumas unidades dos laboratórios da rede Dasa.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 1,2 milhões de pessoas convivam com a doença de Alzheimer, mas a maior parte desses indivíduos desconhece o diagnóstico. Neste cenário, novas alternativas para a identificação da doença e que podem auxiliar na conduta médica são necessárias. Por exemplo, isso é fundamental para pacientes com demência leve.

Teste para o diagnóstico da doença de Alzheimer cega ao Brasil (Imagem: Cookelma/Envato)
Teste para o diagnóstico da doença de Alzheimer cega ao Brasil (Imagem: Cookelma/Envato)

No entanto, é importante explicar que, segundo a autorização da FDA, o teste somente deve ser usado em conjunto com outras informações clínicas para confirmar se um paciente tem a doença de Alzheimer. Em outras palavras, por si só, o resultado positivo não confirma o quadro de demência.

Benefícios do exame para demência

Hoje, "sabemos que o diagnóstico precoce possibilita desacelerar a progressão da doença e garante mais controle sobre os sintomas, proporcionando melhor qualidade de vida ao paciente e à família”, afirma Gustavo Campana, diretor médico da Dasa, em comunicado.

De forma geral, o principal meio de diagnóstico do Alzheimer é um procedimento conhecido como punção lombar de coleta do líquor. Este é usado para estimar os níveis das placas amiloides, que se acumulam no cérebro de quem tem a doença e, por isso, é um forte indicador do quadro.

Só que a coleta do líquor é bastante invasiva e tem um alto custo envolvido. De acordo com o laboratório, o exame de sangue custa, em média, um terço do volar dos testes tradicionais para o Alzheimer. Além disso, apresenta uma alta sensibilidade crítica.

O que mede o teste para o Alzheimer?

Vale explicar que, no momento, a ciência busca entender o Alzheimer a partir do comportamento de duas proteínas: a beta-amiloide e a tau. Isso porque elas se acumulam, de forma desproporcional no cérebro, afetando o comportamento e as atividades regulares do sistema nervoso.

Por exemplo, quando as beta-amiloides se agrupam, estas proteínas parecem ter um efeito tóxico nos neurônios. Com isso, interrompem a comunicação célula a célula. Em determinado momento, elas formam grandes aglomerados, chamados de placas amiloides. Estas são responsáveis, em parte, pelo declínio cognitivo.

Para ser preciso, o novo teste de laboratório procura identificar dois tipos da proteína beta-amiloide, a 40 e a 42. Segundo os especialistas, ambas são consideradas o principal biomarcador da doença neurodegenerativa.

Fonte: Canaltech

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