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Teste com Galaxy S21 Ultra falso decepciona como esperado

·2 minuto de leitura
Teste com Galaxy S21 Ultra falso decepciona como esperado
Teste com Galaxy S21 Ultra falso decepciona como esperado

Já se perguntou o que acontece com os coitados que compram sem saber um daqueles celulares nitidamente falsificados que são vendidos por uma porção de marketplaces? Eles são identificados por erros de grafia e visuais nitidamente mais rústicos — além do preço, que é sempre muito mais baixo. Em nome da ciência, o corajoso Ben Sin do canal XDA TV comprou um Galaxy S21 Ultra falso para confirmar todas as suspeitas envolvendo esses produtos.

O modelo custou menos de US$ 100 (R$ 509 em conversão direta hoje, 16/07). Isto é apenas uma fração do preço oficial de US$ 1.199 (ou dos R$ 9.499 no Brasil). Se ele tivesse comprado um aparelho básico desse mesmo valor, teria recursos mais compatíveis com o que pagou.

À primeira vista, o Galaxy S21 Ultra é menos decepcionante do que promete ser: a traseira é plástica, mas emula o efeito metálico do celular oficial. Olhando para a caixa de lentes, a primeira mentira é revelada: apenas uma lente disponível — e ela só tem 3 megapixels. Todos os outros buracos são ocos, previsivelmente.

Na parte frontal, o Galaxy S21 Ultra falso é cheio de bordas e oferece um notch. Mas ao ligar, tudo fica bem pior: como esperado, a tela é de baixíssima qualidade. E a experiência de uso é tão ruim que o YouTube leva 40 segundos para abrir.

O pior hardware do mundo

Isto acontece porque, apesar das configurações do Galaxy S21 falso mostrarem que ele oferece 6 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, a realidade é bem diferente. As informações foram adulteradas e o modelo só apresenta 1 GB de RAM LPDDR2 (enquanto a indústria já usa LPDDR5) com míseros 2 GB de espaço disponível. É instalar um único app para o sistema reclamar de pouco disco.

O processador? Um MediaTek MT6782. Nunca ouviu falar dele? Não se preocupe: é porque ele é extremamente defasado, oferecendo suporte apenas a 3G, e com desempenho inferior até mesmo ao Helio P22 usado em tantos celulares de entrada. Ironicamente o produto falsificado oferece uma vantagem em relação ao S21 Ultra original: conexão P2 para fones cabeados.

No final, fica nítido que o barato saiu caro — já que com 1 GB de RAM e 2 GB de espaço não é possível usar o Galaxy S21 falso nem como aparelho reserva ou de emergências. Como já citamos, com os mesmos US$ 100 seria possível comprar um smartphone com Android GO — ou feature phone — que atenderia melhor a este propósito.

Via XDA Developers

Imagem: Ben Shin/XDA Developers

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