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Terremoto de magnitude 6,5 atingiu o Acre na noite desta terça-feira (7)

Um terremoto de magnitude estimada em 6,5 abalou a região Norte do Brasil por volta das 21h55 na noite desta terça-feira (7). Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o abalo sísmico aconteceu a uma profundidade de 620 km — até agora, não há relatos de vítimas ou danos na região.

O epicentro do fenômeno foi registrado a 108 km a sudoeste da cidade de Tarauacá, próximo à fronteira com o Peru. O sismólogo Bruno Collaço, da Universidade de São Paulo (USP), explicou que, apesar da intensidade do tremor, ele foi tão profundo que “destruição é praticamente impossível”.

O tremor é classificado como andino, pois sua origem está relacionada a Placa de Nazca, cujo limite é demarcada pela linha vermelha no mapa, à oeste da América do Sul(Imagem: Reprodução/USGS)
O tremor é classificado como andino, pois sua origem está relacionada a Placa de Nazca, cujo limite é demarcada pela linha vermelha no mapa, à oeste da América do Sul(Imagem: Reprodução/USGS)

Desde 1950, pelo menos 10 terremotos foram registrados no Brasil com magnitude superior ao desta terça. O mais intenso, aconteceu em 1963, com magnitude de 7,6, também no Acre. Collaço disse que o tremor desta terça é classificado como um sismo andino (referência à Cordilheira dos Andes) e não brasileiro.

Isso porque apesar de o epicentro ter sido registrado no Acre, a origem do terremoto foi o contato entre a Placa de Nazca, placa tectônica à oeste da América do Sul, e a Placa Sul-Americana. Nesta região, houve a subducção, quando uma placa mergulha sob a outra.

Já os sismos brasileiros acontecem quando a Placa Africana, à leste do Brasil, empurra a Placa Sul-Americana. Em 1955 um terremoto de magnitude 6,2 foi registrado na Serra do Tombador, Mato Grosso, considerado até hoje como o maior sismo brasileiro.

Os terremotos andinos costumam ocorrer a centenas de quilômetros de profundidade, mas os brasileiros acontecem mais próximo à superfície — até 15 km abaixo dela —, por isto, mesmo com uma magnitude menor, seus efeitos podem ser maiores e percebidos pela população.

Ainda de acordo com Collaço, tremores brasileiros de magnitude 3 acontecem quase toda semana. Já os de magnitude 4, de duas a três vezes por ano; os de 5, a cada cinco anos; e os de 6 ocorrem, em média, a cada 50 anos.

Fonte: Canaltech

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