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Terceira dose da Moderna aumenta anticorpos contra ômicron

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A Moderna disse que uma terceira dose de sua vacina contra a Covid-19 aumentou os níveis de anticorpos contra a variante ômicron. Segundo a empresa, os resultados são tranquilizadores, mesmo enquanto trabalha em uma versão específica para a nova cepa.

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Uma dose de reforço de 50 microgramas - a quantidade autorizada - elevou em 37 vezes os anticorpos neutralizantes, disse a Moderna em comunicado na segunda-feira. A empresa também testou uma dose de 100 microgramas, que aumentou os níveis de anticorpos 83 vezes em comparação com o esquema de duas doses.

Os resultados são um bom sinal enquanto farmacêuticas correm para entender como suas vacinas se comportam em relação à nova variante e avaliar se novos imunizantes serão necessários para combatê-la. No início do mês, Pfizer e BioNTech disseram que estudos de laboratório iniciais mostraram que uma terceira dose da vacina desenvolvida pelas empresas pode ser necessária para combater a ômicron, já que observaram uma redução de 25 vezes nos anticorpos neutralizantes contra a variante em pessoas que receberam apenas duas doses.

Os dados do Moderna são baseados em testes de laboratório usando soro de 20 receptores de reforço com cada dose, com níveis de anticorpos medidos no dia 29 após o reforço, disse a empresa. A empresa de biotecnologia também trabalha em uma vacina específica para a ômicron, que planeja começar a testar em humanos no início do próximo ano.

Em comunicado, Stephane Bancel, CEO da Moderna, disse que os dados são “tranquilizadores” e acrescentou: “Para responder a esta variante altamente transmissível, a Moderna continuará a avançar rapidamente em uma candidata a reforço específica para a ômicron em testes clínicos caso seja necessária no futuro”.

A Moderna testa diferentes candidatas a reforço contra uma série de variantes em testes de estágio intermediário e final. A empresa também testa a segurança e tolerabilidade da dose de reforço de 100 microgramas.

O nível de dose mais alto foi geralmente bem tolerado e a frequência de eventos adversos semelhante aos experimentados após o esquema primário de duas doses, que também é administrado em 100 microgramas por injeção. Houve efeitos colaterais ligeiramente mais frequentes com o reforço de 100 microgramas do que com a terceira dose de 50 microgramas, disse a empresa.

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