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Terapia com plasma de recuperados da COVID-19 é pouco eficaz, descobre estudo

·2 minuto de leitura

Em fevereiro deste ano, os Institutos Nacionais de Saúde, conglomerado governamental dos Estados Unidos, finalizaram um estudo clínico que busca no plasma convalescente o tratamento de pessoas com COVID-19 leve a moderada. Em análise provisória, no entanto, os experimentos mostraram poucos benefícios da técnica, segundo um novo artigo publicado em 18 de agosto.

Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, entre outras organizações de saúde, relatam que o tratamento, que inicialmente era considerado promissor, não é eficaz como se esperava. O plasma convalescente é, basicamente, o plasma sanguíneo derivado de pacientes recuperados da COVID-19, que contam com anticorpos contra a doença. A terapia não é uma novidade no mundo da medicina, sendo usada desde o início dos anos 1900. Em 2020, no início da pandemia, a Food and Drug Administration (FDA) permitiu em liberação de emergência que cientistas tentassem usar o plasma convalescente para o tratamento da COVID-19.

Ao longo de 12 meses de estudo, o plasma convalescente de recuperados da COVID-19 foi usado no tratamento de dezenas de milhares de norte-americanos. Os pacientes que participaram do testes eram todos adultos e foram à emergência dos hospitais com sintomas leves a moderados da doença, sentidos há uma semana ou menos. Além disso, eles tinham comorbidades como asma, diabetes do tipo 2 e obesidade, que poderiam resultar em uma infecção grave,

<em>Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato Elements</em>
Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato Elements

Os pesquisadores, então, descobriram que os pacientes com COVID-19 que receberam o plasma convalescente não tiveram uma menor incidência de sintomas graves em comparação com os que foram tratados com placebo. A expectativa era que a terapia reduzisse a progressão da doença em 10%, mas a realidade mostrou eficácia de apenas 2%. Kevin Schulman, professor e um dos responsáveis pelo estudo, diz que a pesquisa, pelo menos, mostrou a importância de fazer testes rigorosos.

"Mesmo que esse resultado tenha sido negativo, precisamos continuar a pesquisa para entender quando a imunoterapia passiva, como a de plasma convalescente, pode ser eficaz no tratamento de doenças infecciosas emergentes", completa. Você pode conferir o estudo completo neste link.

Fonte: Canaltech

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