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Tencent deverá abrir mão dos direitos musicais exclusivos na China devido às leis antitruste

·1 minuto de leitura
Nesta foto de arquivo de 28 de maio de 2021, pessoas passam pela sede da Tencent na cidade de Shenzen, província de Guangdong, no sul da China.

A gigante de tecnologia chinesa Tencent deverá renunciar aos seus direitos exclusivos na música, definiu o órgão regulador do mercado neste sábado (24), após determinar que a empresa violou as leis antitruste.

A decisão é a mais recente em uma investida violenta contra o setor de tecnologia chinês, depois de anos de crescimento descontrolado, em meio aos temores de Pequim quanto à crescente influência corporativa e à segurança dos dados confidenciais do consumidor.

Em 2016, a Tencent adquiriu uma participação majoritária na rival China Music Group, o que lhe garantiu o controle de mais de 80% dos direitos de streaming de música no mercado local, lembrou a Administração Estatal de Regulamentação de Mercado em um comunicado.

Com isso, o braço musical da empresa conseguia instar as gravadoras a "chegarem a acordos de direitos autorais mais exclusivos em comparação com os concorrentes" da Tencent, continuou o órgão regulador, que multou a gigante de tecnologia em 500 mil yuans (US$ 77.144).

As empresas chinesas de streaming de música têm lutado nos últimos anos por direitos exclusivos de distribuição de músicas no país, depois que os reguladores endureceram as regras antipirataria.

As grandes empresas de tecnologia da China vêm sendo fortemente reguladas após anos de crescimento graças a regulamentações frouxas.

Semanas atrás, o regulador financeiro bloqueou uma fusão entre sites de streaming ao vivo de videogames, o que daria à Tencent o controle de entre 80% e 90% do mercado local, de acordo com analistas.

A Tencent inicialmente não respondeu às consultas da AFP para comentar a decisão do órgão regulador.

tjx/rbu/mas/erl/am

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