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Temendo calotes, China busca aumentar financiamento imobiliário

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O governo chinês pediu aos bancos que expandam o financiamento imobiliário neste primeiro trimestre e flexibilizou uma restrição às dívidas de incorporadoras, sinalizando que as autoridades estão mais preocupadas com a crise de liquidez do setor.

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Em uma diretriz que ainda não havia sido divulgada, reguladores orientaram os bancos a acelerar empréstimos a incorporadoras após pelo menos dois trimestres consecutivos de diminuição desses financiamentos, segundo pessoas a par do assunto, que pediram anonimato para discutir informações privadas. Paralelamente, as captações realizadas por grandes empresas imobiliárias para financiar fusões e aquisições não serão mais contabilizadas nas “três linhas vermelhas” que limitam o endividamento, afirmaram as fontes.

Os reguladores estão aliviando medidas tomadas durante uma campanha de repressão ao setor imobiliário, se esforçando para proporcionar um pouso suave após anos de expansão embalada pelo endividamento.

Incorporadoras como China Evergrande Group e Kaisa Group Holdings têm deixado de honrar pagamentos de títulos e outros tipos de financiamento, impondo um grande desafio ao crescimento na segunda maior economia do mundo e à estabilidade social da nação.

“A fase mais restritiva ficou para trás”, disse Larry Hu, economista-chefe para a China no Macquarie Group, que ainda assim classificou as recentes medidas como de efeito “marginal”. Estímulos reais direcionados ao mercado imobiliário podem demorar até o meio do ano, segundo ele.

A medida para facilitar o financiamento de fusões e aquisições chega em um momento em que as incorporadoras têm dificuldades para vender ativos e aliviar o aperto no caixa. Embora os bancos estejam dispostos a fornecer crédito para essas transações, as incorporadoras lutam para selar qualquer acordo, segundo uma das pessoas. A flexibilização dos empréstimos para fusões e aquisições foi noticiada em primeira mão pela Cailian.

A Shimao Group Holdings, termômetro para o contágio financeiro no setor imobiliário, enfrentou a maior queda em registro em seus títulos na quinta-feira, depois que um credor informou que uma das subsidiárias da incorporadora deu um calote. A subsidiária deixou de pagar 645 milhões de yuans (US$ 101 milhões) de uma dívida total de 792 milhões de yuans com vencimento em 25 de dezembro, segundo aviso enviado a investidores pela China Credit Trust.

Apenas neste mês, o setor precisará de pelo menos US$ 197 bilhões para honrar pagamentos de títulos, cupons, produtos fiduciários e salários atrasados de milhões de trabalhadores migrantes, de acordo com cálculos da Bloomberg e estimativas de analistas.

Pequim pediu que construtoras como a China Evergrande processem as folhas de pagamento de funcionários até o final do mês para evitar tumulto social.

Os empréstimos bancários a incorporadoras diminuíram em 120 bilhões de yuans no segundo trimestre e em 140 bilhões de yuans no terceiro trimestre de 2021.

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