Mercado fechará em 2 h 27 min
  • BOVESPA

    121.389,81
    +683,91 (+0,57%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.117,78
    +288,47 (+0,59%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,18
    +1,36 (+2,13%)
     
  • OURO

    1.837,80
    +13,80 (+0,76%)
     
  • BTC-USD

    50.622,22
    +3.279,96 (+6,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.416,47
    +57,91 (+4,26%)
     
  • S&P500

    4.170,50
    +58,00 (+1,41%)
     
  • DOW JONES

    34.363,09
    +341,64 (+1,00%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.360,50
    +260,25 (+1,99%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3898
    -0,0227 (-0,35%)
     

Tem 60 anos ou mais? Saiba tudo o que é preciso para se vacinar em SP

FÁBIO MUNHOZ
·5 minuto de leitura
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 18.01.2021 - Inicio da vacinação de profissionais no Hospital das Clínicas, em São Paulo. (Foto Danilo Verpa/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 18.01.2021 - Inicio da vacinação de profissionais no Hospital das Clínicas, em São Paulo. (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A vacinação contra a Covid-19 em São Paulo já está em andamento desde 17 de janeiro, quando ela começou com profissionais da saúde e depois passou para os idosos. Com a imunização em pelo curso, as novas faixas etárias e grupos específicos vêm sendo anunciadas praticamente toda semana pelo governo do estado, gestão João Doria (PSDB).

No dia 6 de maio, a primeira dose estará disponível para aproximadamente 1,4 milhão de cidadãos entre 60 e 62 anos e se completa aí o ciclo dos idosos.

Pessoas com comorbidades começam a ser vacinadas no dia 10 de maio. Entre elas estão quem tem síndrome de Down, pacientes renais em diálise e transplantados imunossuprimidos. A Secretaria Estadual da Saúde estima que 120 mil pessoas integrem esses grupos.

Também em maio, começará a imunização dos trabalhadores do transporte público: 10 mil metroviários e ferroviários serão vacinados a partir do dia 11, enquanto 165 mil motoristas e cobradores de ônibus terão a primeira dose disponível a partir do dia 18.

Veja a seguir que é preciso fazer antes de sair de casa para vacinar.

O QUE LEVAR NO DIA DA VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde afirma que é necessário apresentar um documento oficial de identificação no dia da aplicação. Se a pessoa possuir o CNS (Cartão Nacional de Saúde), conhecido como Cartão SUS, o atendimento é mais rápido. Porém, não é obrigatório.

Se a pessoa a ser vacinada não for cadastrada na base de dados do ministério, o profissional do posto de vacinação poderá registrá-la no momento do atendimento. Para isso, será necessário o número do CPF. A pasta garante que a falta do Cartão SUS não irá impedir a vacinação. Alguns municípios pedem o comprovante de endereço, assim, cheque antes de sair de casa.

CADASTRO NO SISTEMA ESTADUAL

O governo do estado recomenda que, antes da vacinação, seja feito um pré-cadastro no site VacinaJá. Para isso, será necessário informar dados como nome completo, endereço, data de nascimento, CPF, email e telefone para contato.

A Secretaria Estadual da Saúde acrescenta que essa inscrição não serve como agendamento. Entretanto, a pasta garante que o pré-cadastro agiliza o procedimento no dia da imunização e reduz o tempo de atendimento em 90%.

AGENDAMENTO

Prefeituras podem fazer algumas alterações no calendário, de acordo com a demanda ou com a oferta de vacinas disponíveis. Em alguns municípios é preciso agendar dia e horário, como em São Bernardo do Campo (ABC) ou Jundiaí (58 km de SP). Por isso, é importante que seja feita uma consulta no site da administração local para confirmação do dia e horário.

QUEM JÁ TEVE COVID

Sim. Segundo o governo estadual, mesmo aquelas pessoas que já foram contaminadas pelo novo coronavírus devem receber a vacina para garantir a imunização e a proteção adequada contra a doença.

"Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com sintomas respiratórios até a recuperação clínica total -pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir do primeiro resultado positivo do exame, mesmo que a pessoa estivesse assintomática", diz a Secretaria da Saúde.

SEGUNDA DOSE

Depende do fabricante. No caso da Coronavac, fabricada em parceria entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, o intervalo entre a primeira e a segunda dose varia entre 14 e 28 dias.

Se a vacina recebida for a da AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford e produzida no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o tempo entre a primeira e a segunda dose é de 12 semanas.

Por esse motivo, é essencial que o nome do fabricante esteja escrito no cartão de vacinação e que o paciente fique atento no dia de tomar a segunda aplicação, justamente para evitar que a primeira e a segunda dose sejam de laboratórios diferentes.

IMUNIZAÇÃO

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, os níveis adequados de anticorpos contra o coronavírus devem ser alcançados duas semanas após o recebimento da segunda dose.

Sobre o tempo de proteção, ainda não há estudos prontos que indiquem isso com segurança, já que se trata de uma vacina nova.

PROTOCOLOS

Antes da aplicação, a vacina deve estar conservada em local refrigerado - uma geladeira ou isopor com termômetro. Se não estiver na temperatura indicada pelo fabricante, o imunizante perde eficácia.

Em seguida, o profissional deve abrir as embalagens da seringa e da agulha na frente do paciente, para que haja certificação de que os materiais estão esterilizados. No momento da aspiração (quando o líquido passa do frasco para a seringa), o cidadão deve observar a quantidade que foi colocada: tanto no caso da Coronavac quanto do imunizante da Oxford/AstraZeneca, a dose é de 0,5 ml.

Enquanto a aplicação estiver sendo feita, o paciente ou um acompanhante deve observar o profissional apertando o êmbolo e esvaziando a seringa.

REGISTRO

É permitido que o momento da vacinação seja filmado ou fotografado, desde que não se identifique o rosto do funcionário. Em caso de problemas, o paciente pode chamar a Polícia Militar ou fazer uma denúncia no Coren (Conselho Regional de Enfermagem).

CALENDÁRIO

Grupo Data de início

Trabalhadores de saúde, indígenas

e quilombolas 17 de janeiro

Acima de 90 anos 8 de fevereiro

De 85 a 89 anos 12 de fevereiro

De 80 a 84 anos 27 de fevereiro

De 77 a 79 anos 3 de março

De 75 a 76 anos 15 de março

De 72 a 74 anos 19 de março

De 69 a 71 anos 26 de março

68 anos 2 de abril

Profissionais da Segurança Pública e Administração Penitenciária 5 de abril

Profissionais da Educação

(com mais de 47 anos) 10 de abril

67 anos 12 de abril

De 65 a 66 anos 21 de abril

64 anos 23 de abril

63 anos 29 de abril

De 60 a 62 anos 6 de maio

Pessoas com síndrome de down

(de 18 a 59 anos) 10 de maio

Pacientes renais em diálise

(de 18 a 59 anos) 10 de maio

Transplantados imunossuprimidos

(de 18 a 59 anos) 10 de maio

Metroviários e ferroviários 11 de maio

Motoristas e cobradores de ônibus 18 de maio

(Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo)