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Telescópio Hubble observa aglomerado de galáxias que intriga astrônomos

Uma nova foto do telescópio Hubble publicada nesta quinta-feira (27) revela o aglomerado galáctico Abell 611. A imagem foi divulgada pela Agência Espacial Europeia, parceira da NASA no programa do telescópio, e mostra um dos objetos favoritos dos astrônomos que estudam a misteriosa matéria escura.

Localizado a cerca de 3,2 bilhões de anos-luz da Terra, o aglomerado Abell 611 — e outros objetos do tipo — representam uma grande incógnita para os astrônomos: é que ele não parece ter massa suficiente em sua teia de galáxias para mantê-las unidas, sem dispersar o aglomerado durante o movimento de rotação. Então, o que mantém sua estrutura?

Aglomerado de galáxias Abell 611, localizado a mais de 3,2 bilhões de anos-luz da Terra (Imagem: Reprodução/ESA/Hubble, NASA, P. Kelly, M. Postman, J. Richard, S. Allen)
Aglomerado de galáxias Abell 611, localizado a mais de 3,2 bilhões de anos-luz da Terra (Imagem: Reprodução/ESA/Hubble, NASA, P. Kelly, M. Postman, J. Richard, S. Allen)

A explicação para isso pode estar na matéria escura, que leva este nome porque não parece refletir, absorver ou emitir luz em nenhuma parte do espectro eletromagnético. Por isso, é extremamente difícil caracterizar e definir a matéria escura — o que não significa, no entanto, que ela não possa ser quantificada.

Graças às lentes gravitacionais causadas por grandes quantidades de massa, aglomerados como o Abell 611 são ótimos laboratórios para estudos desta matéria misteriosa. No caso de Abell 611, há diferentes lentes, mas talvez a que mais se destaque seja aquela próxima do centro da imagem. Ela aparece como uma curva de luz de algum objeto ao fundo, distorcida pela massa do aglomerado.

Com os dados desta distorção, os astrônomos podem medir a massa “verdadeira” do objeto e compará-la com as estimativas de massa feitas com base nos componentes visíveis dele. E não se assuste com a diferença entre ambas e com os demais mistérios da matéria escura, já que, embora ainda não seja bem compreendida, os astrônomos estimam que aproximadamente 85% do universo é formado por ela.

Fonte: Canaltech

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