Mercado fechará em 1 h 39 min
  • BOVESPA

    111.453,66
    -2.359,21 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.488,38
    -241,42 (-0,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    90,32
    -0,18 (-0,20%)
     
  • OURO

    1.762,80
    -8,40 (-0,47%)
     
  • BTC-USD

    21.391,46
    -1.929,24 (-8,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    508,23
    -33,37 (-6,16%)
     
  • S&P500

    4.227,46
    -56,28 (-1,31%)
     
  • DOW JONES

    33.703,26
    -295,78 (-0,87%)
     
  • FTSE

    7.550,37
    +8,52 (+0,11%)
     
  • HANG SENG

    19.773,03
    +9,12 (+0,05%)
     
  • NIKKEI

    28.930,33
    -11,77 (-0,04%)
     
  • NASDAQ

    13.273,75
    -249,50 (-1,84%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1946
    -0,0192 (-0,37%)
     

Telescópio espacial James Webb ganha doodle do Google pela primeira foto

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

As primeiras fotos feitas pelo telescópio espacial James Webb, o maior e mais poderoso observatório já lançado, são o tema do Doodle do Google nesta terça-feira (12). A primeira foto do novo observatório foi revelada nesta segunda-feira (11), seguida de um novo conjunto de imagens divulgadas nesta terça (12); os registros são fascinantes, e mostram o universo na luz infravermelha com uma profundidade e detalhes jamais vistos antes.

O telescópio espacial James Webb vai permitir que os astrônomos estudem as primeiras estrelas e galáxias do universo, os processos de formação de sistemas planetários com potencial para abrigar seres vivos e até o surgimento da vida. Assim, o doodle celebra as primeiras fotos operacionais do novo observatório.

Confira:

Doodle celebrando as primeiras fotos do telescópio espacial James Webb (Imagem: Reprodução/Google)
Doodle celebrando as primeiras fotos do telescópio espacial James Webb (Imagem: Reprodução/Google)

A primeira das imagens foi divulgada por Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, e mostra SMACS 0723 (SMACS J0723.3-7327). Trata-se de um belíssimo aglomerado de galáxias a 4,6 bilhões de anos-luz de distância, cuja massa causou um efeito de lente gravitacional em galáxias muito mais distantes e antigas. Com isso, a luz delas acabou ampliada, permitindo que as observemos.

Já a leva cinco de fotos divulgadas pela NASA inclui alguns gráficos que mostram o espectro de 48 galáxias distantes, observadas pelo instrumento NIRSpec, e outro que representa a atmosfera de WASP-96B, um exoplaneta gigante gasoso com assinaturas de água em sua atmosfera.

As demais fotos mostram a Nebulosa do Anel Sul, uma nebulosa planetária descrita pela Agência Espacial Europeia como “o magnífico grito de morte de uma estrela expelindo envelopes de poeira e gás”. Já o Quinteto de Stephan, um grupo de galáxias a 290 milhões de anos-luz de nós, aparece com todo seu esplendor em outra imagem.

Por fim, a Nebulosa Carina encerra a primeira sequência de imagens do telescópio. Localizado a cerca de 7.600 anos-luz de nós, este objeto é bastante conhecido por suas cores e forma — e, agora, aparece em detalhes incríveis, revelados pelos instrumentos do telescópio espacial James Webb.

Telescópio espacial James Webb no Google

O novo observatório leva o nome de James Webb, que foi um dos administradores da NASA e liderou as missões do programa Apollo. Graças às imagens do Webb, os astrônomos vão poder estudar cada fase da história cósmica (uma história que se estende por 13,5 bilhões de anos!), junto de mistérios que vão além da nossa galáxia.

A última foto do telescópio antes de seguir viagem ao Ponto de Lagrange 2 (Imagem: Reprodução/NASA)
A última foto do telescópio antes de seguir viagem ao Ponto de Lagrange 2 (Imagem: Reprodução/NASA)

Após anos de atrasos, o telescópio espacial James Webb foi lançado em 25 de dezembro de 2021. Ele levou cerca de um mês até chegar ao Ponto de Lagrange 2, uma região de estabilidade gravitacional localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, e depois passou por um cauteloso período de "comissionamento", quando seus componentes foram "desempacotados" e testados. Nos próximos anos, a equipe do telescópio espera explorar o universo primordial, galáxias múltiplas, o ciclo de vida das estrelas, exoplanetas distantes e muito mais.

Isso será feito com instrumentos capazes de observar a luz emitida por galáxias que se formaram apenas 400 milhões de anos após o Big Bang. Além disso, o Webb ajudará os cientistas a explorar exoplanetas e até nosso próprio Sistema Solar, produzindo as imagens mais nítidas já capturadas por um telescópio espacial infravermelho.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos