Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.637,51
    +108,54 (+0,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,02
    -0,65 (-1,04%)
     
  • OURO

    1.793,00
    +14,60 (+0,82%)
     
  • BTC-USD

    56.229,66
    +108,36 (+0,19%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.292,71
    +29,75 (+2,36%)
     
  • S&P500

    4.149,22
    +14,28 (+0,35%)
     
  • DOW JONES

    33.999,88
    +178,58 (+0,53%)
     
  • FTSE

    6.910,82
    +50,95 (+0,74%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.801,75
    +7,50 (+0,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6923
    -0,0102 (-0,15%)
     

Telegram levanta US$ 1 bilhão em emissão de títulos

·1 minuto de leitura
Uma tela de smartphone com aplicativos de serviço de mensagens WhatsApp, Signal, telegram, Viber, Discord e Olvid.

O popular aplicativo de mensagens criptografadas Telegram emitiu mais de US$ 1 bilhão em títulos para financiar seu crescimento, anunciou seu cofundador Pavel Durov nesta terça-feira (23).

Em seu canal no Telegram, Durov afirmou que venderam esses títulos para "alguns dos mais importantes e mais competentes investidores do mundo".

“Isso permitirá que o Telegram continue crescendo mundialmente e se mantendo fiel aos seus valores, à sua independência”, comemorou o cofundador.

Pavel Durov especificou que os recursos apoiarão a "estratégia de monetização" da empresa anunciada em dezembro.

O aplicativo de mensagens indicou que iria lançar serviços de pagamento a partir de 2021 para financiar seu crescimento, depois que projetos de arrecadação de fundos e moeda virtual falharam.

O anúncio ocorre quando o número de novos usuários do Telegram, conhecido por seu alto nível de criptografia, vem aumentando progressivamente há meses.

Em meados de janeiro, depois que o rival WhatsApp anunciou que iria compartilhar mais dados com sua empresa matriz, o Facebook, Durov anunciou 25 milhões de novos usuários em poucos dias, elevando o total para mais de 500 milhões no Telegram.

No entanto, como resultado desse crescimento, o Telegram está enfrentando um aumento nos gastos com equipamentos e largura de banda, de acordo com um artigo publicado na semana passada pelo Wall Street Journal.

O jornal norte-americano, que cita fontes anônimas e documentos internos, também afirma que a empresa deve reembolsar US$ 700 milhões aos credores até o final de abril.

O Telegram, fundado em 2013 pelos irmãos Pavel e Nikolay Durov - criadores da popular rede social russa VKontakte - prioriza a segurança à colaboração com as autoridades, o que tem levado a tentativas de bloqueio em vários países, como a Rússia.

rco/LyS/tjc/mb/ap