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Telegram bloqueia dezenas de canais acusados de incitar a violência

Rubens Eishima
·2 minuto de leitura

Após a invasão do Capitólio, sede do legislativo dos Estados Unidos, as empresas de tecnologia e redes sociais ainda buscam maneiras de combater conteúdos violentos e discurso de ódio em suas plataformas. Nesse cenário, uma ativista tem chamado a atenção no país, apontando uma série de canais usados para disseminar conteúdos proibidos no aplicativo.

Gwen Snyder tem denunciado há mais de um ano uma série de canais (comunidades) no Telegram que, segundo ela, abrigam discussões de cunho extremista, com incitações à violência e racismo.

Em resposta às denúncias de Snyder e em meio à discussão de como lidar com grupos associados à invasão do congresso do país norte-americano, um representante do Telegram afirmou que o app removeu diversos canais da plataforma.

“Nas últimas 24 horas, bloqueamos dezenas de canais públicos que publicaram chamados à violência para milhares de assinantes”, afirmou Mike Ravdonikas, em entrevista ao site TechCrunch.

Apesar do aparente sucesso, a ativista não se deu por satisfeita, apontando comunidades que não foram bloqueadas pelo serviço. Além disso, Snyder diz ter recebido ameaças de morte, além de ter parte de seus dados pessoais divulgados pelos adversários — prática conhecida como “doxxing”.

Em meio a disputa de gato e rato, com novas comunidades sendo criadas para substituir as que foram banidas, Snyder mobilizou outros usuários do serviço para que pressionassem as lojas de aplicativos do Google e Apple para banir o Telegram, caso o serviço não aplicasse seus próprios termos de uso.

A “punição” sugerida é a mesma à qual o Parler foi submetido, removido da App Store e Play Store sob a alegação de abrigar discurso de ódio e apologia à violência. A rede social se apresentava como livre de censura e recebeu milhares de ativistas conservadores e de extrema-direita nos últimos meses.

Em resposta, o representante do Telegram lembrou que os termos do aplicativo proíbem incitações à violência, e que a empresa “está monitorando de perto a atual situação”.

Fonte: Canaltech

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