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Telecom Italia está perto de escolher consultores para acordo com KKR, dizem fontes

·1 min de leitura

MILÃO (Reuters) - A Telecom Italia está perto de escolher bancos para lhe dar suporte em uma proposta de compra do grupo de private equity KKR e pode até mesmo determinar os mandatos neste fim de semana, disseram duas fontes neste sábado.

Um comitê especial organizado para estudar a abordagem não-vinculante do KKR, avaliada em 33 bilhões de euros incluindo dívidas, se reuniu na sexta-feira e o fará novamente ao longo do fim de semana, disseram as fontes. A abordagem do KKR se tornou pública em 21 de novembro.

Muitos bancos ainda estão na briga por um papel consultivo no que seria o maior acordo de private equity da Europa. Bank of America e Barclays estão entre os favoritos, afirmaram as fontes.

As fontes também disseram que nenhuma decisão foi tomada por enquanto.

A TIM se recusou a comentar. Os bancos não estavam disponíveis para comentar em um primeiro momento.

Divisões dentro do maior grupo de telefonia da Itália estão tornando difícil a resposta da TIM à proposta do KKR, após uma disputa entre acionistas semana passada forçar Luigi Gubitosi a renunciar como CEO.

A Vivendi, principal acionista da TIM, está pressionando por um remanejamento completo do conselho após Gubitosi ter se recusado a renunciar ao conselho, disseram as fontes - uma medida que impedi o novo diretor-geral Pietro Labriola de ser nomeado CEO semana passada.

Labriola deve se tornar CEO, mas Gubitosi ou outro diretor precisa deixar o conselho para abrir espaço a ele.

Goldman Sachs, IMI e Bank of America haviam sido alinhados para um possível papel para aconselhar a TIM antes de Gubitosi renunciar como CEO, conforme fontes disseram anteriormente.

(Reportagem de Elvira Pollina e Stephen Jewkes)

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