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Sexto Sentido da vida real? Tecnologia pode possibilitar falar com quem já morreu

·1 minuto de leitura
No filme Sexto Sentido, o garotinho Cole (Haley Joel Osment) vê pessoas mortas (Reprodução)

Interagir com pessoas que já morreram pode parecer um enredo de ficção científica como os apresentados na série Black Mirror. No entanto, pesquisadores já estudam a possibilidade de utilizar tecnologias de inteligência artificial para preservar o legado daqueles que já se foram.

O brasileiro Legathum é um dos protótipos em desenvolvimento. Criado pelo cearense Deibson Silva, o projeto tem como objetivo preservar a memória e as histórias das pessoas que já viveram, possibilitando que as próximas gerações tenham contato com os seus antepassados.

A premissa do sistema é coletar dados sobre as pessoas para detectar padrões de comportamento, operando de forma parecida com as plataformas que criam sugestões personalizadas com base no acesso dos usuários.

Para um futuro não tão distante, a ideia é reproduzir a voz e rosto das pessoas registradas, possibilitando que o sistema tome decisões e desenvolva conversas. Esta fase do projeto é complexa e exige uma grande arrecadação de informações, que inicialmente estão sendo feitas por um chatbot no Whatsapp.

Outros projetos com o mesmo objetivo também estão em andamento. A Microsoft recentemente registrou patente para uma ferramenta similar ao Legathum, possibilitando a interação com falecidos por aplicativos ou assistente virtual.

Ainda existem questões éticas e jurídicas que precisam ser elaboradas para a aplicação ou proibição deste tipo de tecnologia. Por enquanto, não existe uma legislação específica para a continuidade da vida após a morte através de meios digitais.

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