Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.038,11
    +2.117,11 (+1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.249,02
    +314,12 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,38
    +0,48 (+0,74%)
     
  • OURO

    1.833,30
    +2,00 (+0,11%)
     
  • BTC-USD

    58.135,24
    -556,71 (-0,95%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.480,07
    +44,29 (+3,08%)
     
  • S&P500

    4.232,60
    +30,98 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    34.777,76
    +229,26 (+0,66%)
     
  • FTSE

    7.129,71
    +53,54 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    28.610,65
    -26,85 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    29.357,82
    +26,42 (+0,09%)
     
  • NASDAQ

    13.736,00
    +26,25 (+0,19%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3655
    -0,0011 (-0,02%)
     

TBT2: o telescópio que irá detectar do Chile asteroides perigosos para a Terra

·2 minuto de leitura
O telescópio TBT2, no Observatório La Silla, Chile

Localizado no Observatório La Silla, no Deserto do Atacama, o telescópio inovador TBT2 terá a missão de detectar os asteroides que representam uma ameaça para a Terra, anunciou nesta terça-feira a Agência Espacial Europeia (ESA).

O observatório fica 600 km ao norte de Santiago e a 2.400 metros de altitude. Longe da poluição luminosa, a região foi a escolhida para receber o novo telescópio, que começou a ser construído em outubro de 2018. Em dezembro de 2019, foi instalada a cúpula e, em março de 2021, foram posicionados o telescópio e a câmera.

Mais de mil asteroides estão na lista de riscos da ESA, o que significa que eles devem ser vigiados durante suas passagens próximas da Terra.

O TBT2 é o segundo telescópio desse tipo. O TBT1 foi construído pela ESA na Espanha. Os TBTs permitirão que se calcule o risco dos asteroides e se faça um censo deles, explicou Ivo Saviane, diretor do observatório, que pertence ao Observatório Europeu do Sul (ESO).

Até agora, para vigiar asteroides eram usados telescópios tradicionais, com um campo de visão estreito para detectar objetos ameaçadores provenientes do Sistema Solar, e que permitiam a observação de uma pequena porção do céu por vez, o que resultava em "um processo lento e tedioso", segundo a ESA. Já os TBTs "permitirão desenvolver e testar algoritmos, operações remotas e a técnica de processamento de dados que nossa futura rede de telescópios Flyeye irá usar em estudos noturnos automatizados de todo o céu", indicou Clemens Heese, chefe da seção de Tecnologias Óticas da ESA e líder do projeto TBT.

O Observatório de La Silla já testou o TBT2, e o banco de dados deve entrar em funcionamento rotineiramente até o fim do ano.

Mais de 900 mil asteroides são conhecidos no Sistema Solar, dos quais mais de 25 mil são objetos próximos da Terra, já que sua órbita os aproxima da mesma.

msa/apg/mps/lb