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Taxa Selic sobre para 9,25%, maior patamar nos últimos 4 anos

·2 min de leitura
  • Especialistas estimam que até o fim de 2022 a taxa chegue a 11,25%

  • Chamada de taxa básica de juros, a Selic é utilizada na hora de definir os demais juros bancários

  • Rendimentos na poupança devem aumentar, mas ainda serão inferiores a inflação

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aprovou, por unanimidade, a elevação da taxa Selic de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (8). Esse é o sétimo aumento consecutivo na taxa desde janeiro, quando a taxa se encontrava em 2% ao ano.

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A Selic é reformulada a cada 45 dias pelo Copom, podendo aumentar, diminuir, ou se manter estável. Ela é utilizada pelo Banco Central (BC) para conter a inflação.

Se a inflação cresce, o BC aumenta a Selic. Quando a inflação cai, o BC reduz.

Por influenciar todas as demais taxas de juros, como empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras, ao aumentar a Selic, o Banco Central está desestimulando o consumo, o que favorece a queda da inflação.

BC busca o controle da inflação

Por ser o sétimo aumento seguido e retornar ao patamar de julho de 2017, o anúncio de hoje demonstra a preocupação do Banco Central em manter a meta inflacionária central de 3,50% para o próximo ano, que será considerada cumprida se o índice ficar entre 2% a 5%.

Para este ano de 2021, a meta central estabelecida foi de 3,75% (podendo ser cumprida caso chegasse a 5,25%). No entanto, no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação atingiu a marca de 10,73%. O maior patamar desde fevereiro de 2016, e mais que o dobro da meta central.

Segundo um levantamento do ISAE/FGV (Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas), mais da metade da inflação deste ano é resultante da intensificação dos preços da energia, da carne e dos combustíveis.

Para o próximo ano, especialistas do mercado financeiro colocam a previsão da inflação para 5,02%. Metade deste ano, porém ainda acima do teto.

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