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Taxa Selic em 6,25% ao ano.

·2 minuto de leitura

Com o aumento do juro as aplicações em renda fixa, principalmente aquelas atreladas ao CDI (taxa do Certificado de Depósito Interbancário) e a própria Selic, vão gerar rendimentos ainda maiores.

Por outro lado, a captação de crédito, financiamentos e empréstimos vai ficar mais cara, fato que pode frear o ímpeto econômico nacional.

Quais os efeitos do juro maior sobre a economia?

Com o aumento do juro, o crédito vai ficar mais caro. Sendo que há dois ativos que são adquiridos por meio do crédito que podem sofrer grande impacto, eles são:

·         Os veículos;

·         E imóveis.

Boa parte da população não tem condições de efetuar a compra de um carro ou uma casa à vista. Normalmente é feito um financiamento e assim a pessoa consegue fazer a compra.

Com o juro maior, o financiamento também se torna mais oneroso e isso pode gerar impactos sobre a economia.

Se menos pessoas tiverem condições de conseguir um financiamento, menos pessoas vão trabalhar na construção civil e possivelmente, mais pessoas estão desempregadas.

Portanto, a alta do juro pode gerar impactos negativos no médio prazo. Aqueles que têm receio do futuro, ou que concordam que o juro pode continuar subindo nas próximas reuniões do COPOM, o negócio é construir uma boa reserva financeira, alocando os recursos em ativos atrelados ao CDI ou à Selic e com alta liquidez.

Juro alto e dólar

O BC divulgou o aumento do juro após o encerramento do mercado, por isso, ainda não há como mensurar os efeitos do juro maior no mercado.

Observando os últimos cinco dias, o USD/BRL vem se mantendo bem estável, na casa dos 5,29. Mesmo com a crise da Evergrande (incorporadora chinesa), o dólar não chegou a encerrar os últimos pregões acima dos R$ 5,35, por exemplo.

Em comparação a relação do dólar com outras divisas, como é o caso do EUR/USD, os últimos cinco dias do Euro vem mostrando performance negativa, com queda próxima de 0,3%.

Já o USD/CNY vem registrando desvalorização de 0,06%. Ou seja, mesmo com toda a crise da Evergrande, o Yuan ainda vem conseguindo se manter, ou até se valorizar frente ao dólar.

Com um cenário assim, o Brasil ainda possui uma divisa fragilizada que pode sofrer grandes oscilações caso a situação externa piore.

Portanto, a taxa Selic deverá crescer ainda mais para conseguir atrair os investidores externos. É claro, se a economia der sinais de melhora, com indicadores mostrando boa performance é possível que o capital externo entre no Brasil em maior volume, sem que a Selic seja o principal motivo.

This article was originally posted on FX Empire

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