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Taxa de lojas vazias em shoppings começa a cair, diz setor

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***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, 03.06.2021: - CORONAVIRUS - Protocolos de segurança e movimentação no Morumbi Shopping, da rede Multiplan, diante de uma possivel terceira onda de Covid-19. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, 03.06.2021: - CORONAVIRUS - Protocolos de segurança e movimentação no Morumbi Shopping, da rede Multiplan, diante de uma possivel terceira onda de Covid-19. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois do baque da pandemia, os shoppings dizem que a taxa de vacância, ou seja, a presença de lojas vazias, começa a cair em todas as regiões do país, segundo a Abrasce (associação do setor).

Além de novas marcas, empresas que já tinham lojas nos shoppings estão expandindo suas operações, diz Glauco Humai, presidente da entidade.

Segundo ele, o setor fechou 2019 com uma taxa de vacância na casa dos 4,7%, em média. Em 2020, quando a pandemia impôs restrições ao funcionamento do comércio, o índice praticamente dobrou, chegando a 9,3%.

Em agosto deste ano, a taxa ficou em 6,9%, abaixo de julho e junho, e a expectativa do setor é chegar ao fim de 2021 com vacância de 6,5%, em média.

A despeito dos relatos de lojistas reclamando do reajuste nos novos boletos dos aluguéis, Humai diz que os números da inadimplência também estão desacelerando.

"O pior já passou, mas o momento ainda é de cautela. Temos algumas variáveis no cenário que vão além da pandemia. São questões políticas, econômicas. Mas o setor continua se mostrando bem resiliente", diz.

Segundo Humai, a Abrasce tem orientado os locadores a negociarem descontos e reajustes com os lojistas, mas a entidade está discutindo a retomada da normalidade nas cobranças ao longo do último trimestre de 2021.

Do outro lado, lojistas afirmam que as cobranças de setembro já chegaram com o valor integral do IGP-M e dizem que a negociação com os shoppings está difícil. A Abrasce afirma que os casos de reajuste são pontuais.

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