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Taxa de juros do cartão de crédito rotativo sobe pelo terceiro mês seguido e fica em 339,5% em setembro

·2 min de leitura

BRASÍLIA — A taxa de juros cobrada no cartão de crédito rotativo — a modalidade mais cara do mercado — subiu pelo terceiro mês seguido e atingiu 339,5% ao ano em setembro. O número foi divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC).

Esse patamar é o maior desde agosto de 2017, quando o rotativo estava em 392,29 ao ano. Em junho, os juros nessa modalidade estavam em 327,5%.

Essa subida acontece em meio a uma trajetória de alta na taxa básica de juros, a Selic, desde o início do ano e que não tem data para parar. Na reunião desta semana, o BC sinalizou uma alta de 1 ponto percentual, para 7,25%, mas o mercado já aposta em uma subida mais intensa, para 7,5%.

Refletindo essa questão, os juros médios do sistema financeiro chegaram a 21,6% ao ano em setembro depois de quatro meses seguidos de alta, o maior patamar desde março do ano passado. Os juros sobem tanto para pessoas físicas quanto para empresas.

No último caso, a alta vem acontecendo desde junho, quando as empresas pagavam em média 12,8% de juros ao ano. Em setembro, esse número chegou a 14,9%, maior patamar desde agosto de 2018, quando o número foi registrado.

O crédito em capital de giro, modalidade muito procurada por empresas por dar liberdade para os gastos, foi um dos que registrou alta nos juros. De 16,2% ao ano em agosto, pulou para 17,6% em setembro, o maior número desde os 17,7% de janeiro de 2019.

Já no caso de pessoas físicas, o patamar é o maior desde maio de 2020, quando os juros estavam em 26,6%. No último mês, chegaram a 25,8%. O crédito para aquisição de veículos, por exemplo, subiu de 22,7% ao ano em agosto para 23,9% em setembro, o maior número desde junho de 2017, quando estava em 24%.

O consignado também subiu para servidores públicos, de 16,7% ao ano em agosto para 17% em setembro, de trabalhadores do setor privado de 29,8% para 31% e para beneficiários do INSS de 20,4% para 20,5%. No total, a alta foi de 18,8% para 19%, o maior patamar desde junho deste ano, quando estava em 19,6%

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