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Taxa extra da conta de luz vai subir até 64%

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Conta de luz. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Conta de luz. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (21) reajustes de até 64% nas bandeiras tarifárias cobradas na conta de luz para custear o uso de térmicas. Segundo a agência, a alta reflete a inflação e o maior custo com essas usinas.

A expectativa do mercado, porém, é que a taxa extra não seja necessária em 2022, diante da recuperação dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. De acordo com o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), esse nível chegou a 74,4% na segunda (20).

A bandeira amarela, mais barata, terá reajuste de 59,4% e passará a custar R$ 2,989 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Já a bandeira vermelha nível 1 sobe 63,8%, para R$ 6,50. A bandeira vermelha nível 2, mais cara, aumenta 3,2%, para R$ 9,795.

O sistema de bandeiras tarifárias tem ainda uma bandeira verde, sem custo adicional para o consumidor, usada em períodos de pouco uso de energia térmica, como o atual.

"O acréscimo verificado nos valores se deve, entre outros, aos dados do mercado de compra de energia durante o período de escassez hídrica em 2021, ao custo do despacho térmico em razão da alta do custo dos combustíveis e à correção monetária pelo IPCA, que fechou 2021 com aumento de 10,06%", diz a Aneel.

Os novos valores passam a valer em julho, mas a Aneel ainda não confirmou qual das bandeiras será utilizada no mês. A tendência é que se mantenha com a bandeira verde, sem cobrança adicional.

Na segunda, as usinas térmicas responderam por 11,6% da energia gerada no país, menos da metade dos piores momentos da crise hídrica de 2021. Essas usinas são mais caras por usarem combustíveis fósseis, como gás natural ou óleo diesel.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015 e, segundo a Aneel, já representaram uma economia de R$ 4 bilhões ao consumidor ao evitar a incidência de juros sobre o pagamento da energia gerada por térmicas.

Além disso, diz a agência, sinalizam que o país está demandando energia mais cara, permitindo que o consumidor se planeje. "Se a bandeira está vermelha, ele sabe que é conveniente economizar, ter um consumo mais consciente e evitar o desperdício de água e energia".

Durante a crise hídrica, o governo estabeleceu uma taxa extraordinária, de R$ 14,20 por cada 100 kWh consumidos, para bancar térmicas mais caras acionadas para preservar os reservatórios. Essa bandeira foi extinta em abril.

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