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Taxa de desemprego atinge maior nível na penúltima semana de setembro, diz IBGE

Gabriel Vasconcelos
·2 minutos de leitura
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A taxa de desemprego subiu a 14,4% na semana entre os dias 20 a 26 de setembro, quando fora de 13,7% na semana imediatamente anterior. O dado consta da edição final da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede os efeitos da pandemia de covid-19 sobre o mercado de trabalho a cada semana. O levantamento era temporário e será descontinuado, informou o IBGE.

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Na penúltima semana de setembro, o país tinha, portanto, 14 milhões de pessoas desempregadas, o maior contingente desde o início da pesquisa — na primeira semana de maio, havia 9,8 milhões de pessoas nessa condição, e a taxa de desemprego era de 10,5%.

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Na penúltima semana de setembro, os ocupados somavam 83,0 milhões, número inferior ao registrado na semana imediatamente anterior, de 83,7 milhões. O nível da ocupação, que mostra o porcentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar, caiu a 48,7% na semana da medição, quando era de 49,1% sete dias antes e de 49,4% na primeira semana de maio, quando a pesquisa foi iniciada.

O IBGE informou ainda que 15,3 milhões de pessoas não procuraram trabalho por causa da pandemia ou falta de vagas naquela semana. Esses são os chamados "desalentados". O contingente representou 20,8% das pessoas fora da força de trabalho naquele momento, ou seja, aqueles que não buscam por um posto de trabalho e, por isso, não são considerados desempregados.

Já entre as pessoas que possuíam uma ocupação, 3,3% ou 2,7 milhões estavam afastadas temporariamente do trabalho por causa da pandemia entre 20 e 26 de setembro. Outros 7,9 milhões, ou 10,2% dos ocupados, trabalhavam remotamente naquela semana.

A taxa de informalidade, por sua vez, subiu a 34,2% entre 20 e 26 de setembro, quando era de 33,6% sete dias antes, informou o IBGE.

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