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Taesa segue atrás de crescimento, com equilíbrio entre alavancagem e dividendos

Linhas de transmissão de energia

SÃO PAULO (Reuters) - A Taesa segue atrás de novas oportunidades de crescimento de seu portfólio e buscará equilibrar isso com pagamento de dividendos e seu nível de alavancagem, disseram nesta quinta-feira executivos da transmissora de energia.

Em teleconferência de resultados, o CEO da Taesa, André Moreira, afirmou que a companhia vai participar do leilão de transmissão de junho deste ano e que está avaliando eventuais parcerias para disputar os lotes de maior porte.

"O leilão de junho será muito importante, estamos avaliando todos os nove lotes... Ainda não temos definição, mas pode contar com a participação da Taesa".

Marcado para 30 de junho, o primeiro leilão de transmissão de energia deste ano oferecerá ao mercado nove lotes, envolvendo um total de 6,1 mil quilômetros de novas linhas, com investimentos totais estimados em 15,8 bilhões de reais.

Questionado sobre expectativas para dividendos em 2023, o diretor financeiro da Taesa, Leonardo Gonçalves, disse que a "natureza" da companhia é ser uma pagadora, tendo distribuído mais de 4 bilhões de reais em dividendos nos últimos três anos.

"A Taesa precisa crescer, está dentro do nosso planejamento estratégico, então a gente vai ter que buscar esse equilíbrio (com alavancagem e crescimento) para os próximos anos", afirmou Gonçalves.

Ainda na teleconferência, os executivos disseram que a Taesa está participando ativamente de discussões sobre relicitação de concessões de transmissão, já que a companhia detém alguns contratos que vencem a partir de 2030.

Várias concessões de transmissão de energia chegarão ao final de vigência a partir de 2025, principalmente de 2030 em diante. No fim do ano passado, o governo anterior publicou um decreto que regulamenta alternativas para esse processo, estabelecendo uma nova licitação como regra geral, em detrimento da prorrogação contratual.

(Por Letícia Fucuchima)