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Tablets registram queda de 16,5% no terceiro trimestre brasileiro de 2020

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

O mercado brasileiro de tablets registrou uma queda de 16,5% nas vendas ao longo do terceiro trimestre de 2020, ainda sob os reflexos da pandemia e de uma mudança de estratégia das fabricantes devido às dificuldades na importação de componentes e unidades. Ainda assim, de acordo com os números do IDC, não são dados que mostram uma tendência de redução ou saturação do setor, mas sim, reflexos de mudanças, também, nos hábitos de consumo, que já vinham acontecendo desde o fim do primeiro semestre.

Para os analistas da consultoria em inteligência de mercado, existem movimentos importantes que provam, justamente, o contrário disso. Um exemplo é o aumento de 55,8% nas vendas de tablets acima dos R$ 700, mostrando que ainda há um interesse dos usuários nos produtos, assim como um crescimento de 132,6% no comércio dos dispositivos ao mercado corporativo entre os meses de julho e setembro de 2020. A ideia é que a pandemia e a mudança para o home office transformou os produtos em alternativas interessantes para o trabalho, ainda que, no varejo, tenha existido queda.

As já citadas dificuldades de importação geraram um desabastecimento que levou a uma redução de 21,4% nas vendas de tablets no comércio, com os modelos de entrada sendo os mais atingidos, com diminuição de 44%. Na visão do IDC, o mercado retraiu, mas os interessados ainda podiam encontrar aparelhos com um bom custo-benefício no mercado, bem como lançamentos e modelos em promoção, ainda que o movimento mais forte tenha se dado nos valores acima dos R$ 700.

Preço médio dos tablets aumentou

Essa alteração na dinâmica de vendas fez com que o preço médio dos tablets no mercado brasileiro crescesse 9,4%, chegando a R$ 1.063. A expectativa é que esse fluxo forte do segmento corporativo continue neste quarto trimestre de 2020, com as empresas preparando seus parques para o ano que vem ou adotando, de forma definitiva ou indefinida, os regimes de trabalho remoto . Há uma certa indefinição porque, embora a expectativa da chegada das vacinas contra a COVID-19 possam trazer muitas coisas ao "normal" de outros anos, a tendência é de que alguns hábitos se mantenham, a exemplo do home office onde não havia essa opção.

Por outro lado, o IDC enxerga novos movimentos vindos do setor de educação, que também deve realizar comprar na preparação para o início de um novo ano letivo. Com tudo isso, a expectativa é, ainda, de redução, mas com números menores e uma queda de 2,9% nas vendas de tablets em relação ao mesmo período do ano passado. A ideia é que, cada vez mais, os dispositivos apresentem fluxos semelhantes ao de mercado de computadores, também apoiados na ideia de que tais gadgets podem ser substitutivos para notebooks convencionais em tarefas de educação e trabalho.

Fonte: Canaltech

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