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Títulos de emergentes devem se beneficiar com rotação dos EUA

Livia Yap
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A demanda de investidores por alternativas ao crédito de alto rendimento dos EUA deve atrair mais recursos para títulos de mercados emergentes, segundo a BNP Paribas Asset Management.

Embora fundos globais tenham retornado às ações de mercados emergentes desde a crise da pandemia, as entradas em títulos têm sido mais lentas, mas isso pode mudar com a desaceleração da onda vendedora dos Treasuries, disse Jean-Charles Sambor, responsável por renda fixa de mercados emergentes em Londres. A BNP Paribas Asset prefere dívidas soberanas da Indonésia e da Índia e títulos corporativos de alto rendimento da China, acrescentou.

“Vemos mais e mais pessoas tentando reduzir a exposição aos altos rendimentos dos EUA ou da Europa e mais expostas a mercados emergentes”, disse Sambor. “Se você comparar a dívida com grau de investimento de mercados emergentes com os EUA, terá o mesmo risco de crédito, o mesmo risco de duração, a mesma probabilidade de default e receberá cerca de 70 pontos-base extras.”

A dívida de mercados emergentes começa a se recuperar agora que os rendimentos dos Treasuries caíram até 15 pontos-base em relação à máxima deste ano. Investidores reduziram algumas das apostas em um aumento antecipado dos juros pelo Federal Reserve. Um indicador de dívida soberana em moeda local deve fechar a semana com alta de 1%, o maior avanço em mais de quatro meses.

Na Ásia, os títulos de referência de 10 anos da Indonésia, um termômetro do apetite por risco, subiram nos últimos sete dias. Ganhos também foram vistos do México à África do Sul.

Embora Sambor ainda espere “um pouco mais” de onda vendedora nos Treasuries, seu fundo recentemente mudou a posição vendida em duração dos títulos do Tesouro dos EUA para neutra. Ele também comprou moedas na América Latina nos últimos meses devido ao preço barato e às expectativas de recuperação do crescimento no segundo semestre.

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