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Títulos corporativos dos EUA afundam mas ficam caros com hedging

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(Bloomberg) -- Esse foi o pior primeiro semestre já registrado para os títulos corporativos dos EUA, que ficaram muito mais baratos para todo mundo menos para um grupo crucial de investidores: os gestores de recursos europeus e asiáticos.

A proteção cambial ficou mais cara para investimentos baseados em euro e iene, graças à campanha agressiva de aperto monetário do Federal Reserve. Para os europeus, esses custos são os mais altos desde outubro de 2019. Os rendimentos corporativos de grau de investimento dos EUA mais que dobraram este ano, para 4,75%, mas com o hedging cambial, ficam mais próximos de 2,2% para investidores em euros e ienes.

É improvável que esses altos custos sejam revertidos em breve, segundo estrategistas do JPMorgan. Enquanto as despesas de proteção cambial aumentam, os retornos potenciais em outras partes do mundo também sobem, principalmente na Europa, onde títulos corporativos de grau de investimento rendem cerca de 3,3%, de acordo com dados da Bloomberg.

É uma reversão acentuada em relação ao ano passado, quando em agosto havia mais de US$ 16 trilhões em dívidas com rendimento negativo globalmente, e muitos investidores europeus e asiáticos se voltavam para os títulos de empresas americanas.

Os títulos de grau de investimento dos EUA geraram perdas de cerca de 15% este ano. Se os investidores esperam que os fundos de pensão e seguradoras japonesas e europeias saiam comprando para aproveitar os preços baixos, eles podem acabar se decepcionando, disseram estrategistas do JPMorgan liderados por Eric Beinstein e Nathaniel Rosenbaum.

Mas há pontos positivos para a dívida das empresas americanas, disseram os estrategistas, incluindo maior demanda de investidores domésticos e fundos de pensão, bem como queda nas emissões.

Nem todos os investidores estrangeiros protegem compras. Os rendimentos nos EUA ainda costumam ser melhores do que os disponíveis na Ásia, então pelo menos alguma demanda estrangeira haverá, disse Lotfi Karoui, estrategista-chefe de crédito do Goldman Sachs.

“Não acho que a demanda estrangeira cairá de um penhasco, mas em comparação com 2020 e 2021, com certeza, será mais suave”, disse.

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